Esse é um espumante produzido com as uvas Prosecco pela Casa Valduga no Vale dos Vinhedos.
É um espumante especial, feito com o método tradicional, onde a segunda fermentação ocorre dentro da garrafa.
É de cor amarelo palha com reflexos dourados, bolhas finas e constantes durante todo o tempo que o espumante passou dentro da taça. No nariz lembrou frutas secas como as nozes e o damasco seco. Na boca suas espumas quase se transformam num mousse, seca forte e elegante com o amargor característico da uva Prosecco.
É um espumante especial pra ocasiões especiais, desce bem sozinho ou com o mínimo de acompanhamento. Esse tomei com morangos. Sensacional!
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24 de dezembro de 2013
13 de dezembro de 2013
Casa Valduga, Villa-Lobos Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2007
O Villa-Lobos é um vinho feito pra mostrar que no Brasil também se faz bons vinhos tintos. A Casa Valduga acertou em preparar esse vinho e homenagear um dos maiores ícones da música brasileira.
É um vinho produzido com 100% de uvas Cabernet Sauvignon, de cor vermelho rubi intenso e brilhante, deixou muitas lágrimas finas na taça. No nariz traz o aroma de cassis e especiarias característico da uva, além de um tostado que denuncia os 12 meses de descanso desse vinho em barricas de carvalho francês de primeiro uso. Na boca é potente, redondo, com acidez e taninos na medida certa além de um sabor elegante e frutado quase em compota com toques de especiarias, baunilha e chocolates. Com algum tempo em taça os aromas tornaram-se mais vivos e complexos.
É um excelente vinho, vem em caixas de madeira queimada homenageando o músico, cada garrafa vem embrulhada em uma seda branca contendo a partitura de sua obra prima Bachianas Brasileiras. É um vinho muito bom.
É um vinho produzido com 100% de uvas Cabernet Sauvignon, de cor vermelho rubi intenso e brilhante, deixou muitas lágrimas finas na taça. No nariz traz o aroma de cassis e especiarias característico da uva, além de um tostado que denuncia os 12 meses de descanso desse vinho em barricas de carvalho francês de primeiro uso. Na boca é potente, redondo, com acidez e taninos na medida certa além de um sabor elegante e frutado quase em compota com toques de especiarias, baunilha e chocolates. Com algum tempo em taça os aromas tornaram-se mais vivos e complexos.
É um excelente vinho, vem em caixas de madeira queimada homenageando o músico, cada garrafa vem embrulhada em uma seda branca contendo a partitura de sua obra prima Bachianas Brasileiras. É um vinho muito bom.
6 de dezembro de 2013
Casa Valduga Duetto Pinot Noir e Syrah 2011
Esse vinho é produzido pela competentíssima Casa Valduga da mistura de duas castas: a elegante Pinot Noir e a estressadinha Syrah. É um vinho bastante simples que não passa por madeira, mas de excelente custo-benefício.
É de cor vermelho rubi intenso e deixou muitas lágrimas finíssimas na taça. No nariz apresenta aromas de frutas vermelhas como o morango e amoras além de toques florais bastante elegantes. Na boca possui taninos finos principalmente devido à Syrah e corpo sem muita estrutura lembrando um frutado simples de amoras, a acidez é agradável.
É um vinho pra se tomar sem compromisso, é fácil de beber sozinho mas pode acompanhar uma massa com um molho vermelho que se sai muito bem. Pra quem está iniciando na degustação de tintos esse é um ótimo vinho pra se iniciar os trabalhos.
É de cor vermelho rubi intenso e deixou muitas lágrimas finíssimas na taça. No nariz apresenta aromas de frutas vermelhas como o morango e amoras além de toques florais bastante elegantes. Na boca possui taninos finos principalmente devido à Syrah e corpo sem muita estrutura lembrando um frutado simples de amoras, a acidez é agradável.
É um vinho pra se tomar sem compromisso, é fácil de beber sozinho mas pode acompanhar uma massa com um molho vermelho que se sai muito bem. Pra quem está iniciando na degustação de tintos esse é um ótimo vinho pra se iniciar os trabalhos.
26 de novembro de 2013
Bueno Wines, Bellavista Estate Sauvignon Blanc 2012
Esse vinho é produzido pela Bueno Wine do apresentador Galvão Bueno junto com a Vinícola Miolo na Região da Campanha no Rio Grande do Sul. É um vinho produzido com uvas Sauvignon Blanc.
É um vinho de cor amarelo palha com reflexos esverdeados. No nariz não chega a ser explosivo nas frutas, mostrando um discreto maracujá e maçã verde com um toque final mineral. No final da taça o vinho ficou mais floral e muito elegante. Na boca é levemente ácido e elegante, lembrando maracujá e maçã verde no final mostrou um pouco de amargor que não chegou a comprometer o vinho.
É um vinho legal pra quem quer tomar sem compromisso, com petiscos ou até um peixe grelhado, pois sua acidez ajuda. Não achei uma proposta de valor agradável ao bolso, mas vale a degustação.
É um vinho de cor amarelo palha com reflexos esverdeados. No nariz não chega a ser explosivo nas frutas, mostrando um discreto maracujá e maçã verde com um toque final mineral. No final da taça o vinho ficou mais floral e muito elegante. Na boca é levemente ácido e elegante, lembrando maracujá e maçã verde no final mostrou um pouco de amargor que não chegou a comprometer o vinho.
É um vinho legal pra quem quer tomar sem compromisso, com petiscos ou até um peixe grelhado, pois sua acidez ajuda. Não achei uma proposta de valor agradável ao bolso, mas vale a degustação.
11 de outubro de 2013
Salton, Talento 2009
É um vinho de cor vermelho púrpura com reflexos violáceos, bastante untoso, deixando muitas lágrimas na taça. No nariz mostrou muita fruta negra (amoras e ameixas), tostados de baunilha e toques de especiarias. Seu sabor é de média complexidade com frutas negras (amoras e ameixas), especiarias e toques de tabaco tostado denunciando os 12 meses que passa em barricas novas de carvalho francês.
Ao contrário do que ouvi por aí, achei um excelente vinho, ponto, mas o preço é requer garimpo, girando de módicos R$42 (encontrado em S. J. do Rio Preto num supermercado de bairro) até exorbitantes R$129. Esse vinho é uma edição limitada a 30 mil garrafas, foi nas safras 2002 e 2004 um dos tintos mais premiados conquistando medalha de Ouro no IV Concurso Internacional de Vinhos do Brasil. Degustei ele pela primeira vez na IV Mostra Internacional de Vinhos de Campinas no stand da Salton.
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27 de setembro de 2013
Duff Beer
Muito legal a combinação da magia dos desenhos animados com algo tão apreciado pela maioria das pessoas. Trazer para o mundo real a cerveja do Homer Simpson foi uma grande sacada.
É uma cerveja do tipo lager, de cor amarelo dourada com pouca espuma produzida por bolhas finíssimas e de curta persistência. Tem um aroma instigante, muito melhor do que as outras lagers que já tomei, é mais frutado com toques agradáveis de couro e chocolate. Na boca é um pouco mais ácida, o que faz a boca salivar com intensidade, é mais saborosa do que as que já tomei, mas senti um pouco de falta de sabor no final, dando uma sensação de cerveja de final aguado.
Desce fácil e quando acaba você procura por mais!
Como está escrito no rótulo, você neste momento não está segurando uma cerveja. Está segurando uma lenda! Comprei essa cerveja pelo obvio e aparente apelo de marketing de estar tomando da mesma cerveja que o anti-heroi Homer, mas ela tem mais qualidades do que propriamente o marketing. Quem teve a ideia de trazer para o mundo real acertou na mosca.
É comercializada em garrafas de 355ml e tem 5% de álcool.
Terranova Brut Rose
Foi a primeira vez que experimentei um espumante fora do circuito moscatel, chardonnay e pinot noir. Ótima surpresa, sugestão do amigo Márcio Marson.
É um espumante produzido pela Miolo com uvas Grenache no Vale do Rio São Francisco no nordeste brasileiro. É a primeira vez que tomo um espumante com essa uva.
É um espumante produzido pela Miolo com uvas Grenache no Vale do Rio São Francisco no nordeste brasileiro. É a primeira vez que tomo um espumante com essa uva.
É um espumante de brut, com pouco açúcar (de 1 à 15 gramas por litro). A cor é de um róseo romã, com reflexos acobreados, é o charme do espumante. As bolhas são constantes e finas. Permaneceram na taça até o final. O aroma desse espumante lembra flores em forte intensidade, fácil de perceber. Na boca tem uma leve acidez, amanteigado e de um gosto de fruta vermelha, morangos.
É um espumante gostoso e muito fresco, combina com pratos leve, frutas e saladas. Esse foi degustado com iscas de frango a passarinho e combinou muito bem.
É um espumante gostoso e muito fresco, combina com pratos leve, frutas e saladas. Esse foi degustado com iscas de frango a passarinho e combinou muito bem.
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| Brasil |
24 de setembro de 2013
Baden Baden, Weiss
Essa é um cerveja típica do sul da Alemanha, só que produzida no Brasil pelo grupo Schincariol. É uma cerveja do tipo German Weizer (cerveja de trigo alemã) muito bem feita.
De cor amarelo turva, um creme simpático formado com bolhas finíssimas. O aroma segue o jeitão alemão, massa de pão fermentando, banana em abundância e toques de cravo. Na boca segue o aroma, fermentação elegante, banana e cravo. É uma cerveja bastante agradável e muito bem feita.
É comercializada em garrafas de 500ml e tem uma graduação alcoólica de 5,2%.
Experimentei essa com uma comida típica alemã, salsicha alemã com mostarda, e já vou logo dizendo, não era fã de mostarda até esse dia. A mistura dos três faz coisas sensacionais aparecerem, a acidez picante da mostarda abre o sabor da cerveja que combina com a carne, enfim, sugiro a experiência.
De cor amarelo turva, um creme simpático formado com bolhas finíssimas. O aroma segue o jeitão alemão, massa de pão fermentando, banana em abundância e toques de cravo. Na boca segue o aroma, fermentação elegante, banana e cravo. É uma cerveja bastante agradável e muito bem feita.
É comercializada em garrafas de 500ml e tem uma graduação alcoólica de 5,2%.
Experimentei essa com uma comida típica alemã, salsicha alemã com mostarda, e já vou logo dizendo, não era fã de mostarda até esse dia. A mistura dos três faz coisas sensacionais aparecerem, a acidez picante da mostarda abre o sabor da cerveja que combina com a carne, enfim, sugiro a experiência.
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20 de setembro de 2013
Bueno Cuvée Prestige
É um espumante branco produzido com o corte das uvas Chardonnay (50%) e Pinot Noir (50%) de videiras plantadas no Vale dos Vinhedos pela vinícola Miolo especialmente para a Bueno Wine. É um espumante de denominação de origem (DO) do Vale dos Vinhedos.
É de cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Bolhas finas e intensas por todo tempo que o espumante ficou na taça. No nariz tem um início extremamente floral, intenso e delicado que com o tempo vai diminuindo (poderia ficar por muito mais tempo, pois é extremamente agradável) e trazendo um aroma mineral. Na boca é fresco, com muito mineral e deixou no fim uma sensação de boca seca, querendo mais!
É um espumante ideal para dias quentes, pois é muito fresco e desce fácil. Pode ser tomado sozinho ou em companhia de frutas, castanhas, patês e até comida japonesa.
Esse foi degustado como ator principal, sem nenhum acompanhamento e se saiu muito bem. O espumante reflete toda a qualidade Miolo, sendo muitíssimo agradável em todos os aspectos.
É de cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Bolhas finas e intensas por todo tempo que o espumante ficou na taça. No nariz tem um início extremamente floral, intenso e delicado que com o tempo vai diminuindo (poderia ficar por muito mais tempo, pois é extremamente agradável) e trazendo um aroma mineral. Na boca é fresco, com muito mineral e deixou no fim uma sensação de boca seca, querendo mais!
É um espumante ideal para dias quentes, pois é muito fresco e desce fácil. Pode ser tomado sozinho ou em companhia de frutas, castanhas, patês e até comida japonesa.
Esse foi degustado como ator principal, sem nenhum acompanhamento e se saiu muito bem. O espumante reflete toda a qualidade Miolo, sendo muitíssimo agradável em todos os aspectos.
17 de setembro de 2013
Weltenburger Kloster, Barock Dunkel
Esta Weltenburger Kloster é uma típica Munchner Dunkel, a palavra "dunkel" significa escura em alemão, portanto as cervejas Dunkel são cervejas escuras-avermelhadas, produzidas originalmente em Munique, por isso o nome "Munchner".
Esse tipo de cerveja era a única cerveja da região da Baviera, antes da chegada das tecnologias que tornaram possível a criação de cervejas claras. A Weltenburger Kloster é produzida no Brasil pela Cervejaria Petrópolis.
Tem coloração avermelhada, com espuma bege de média formação e duração. Notas de maltes torrado, tostado e caramelo são facilmente identificáveis no seu aroma, que se desprende bem rapidamente. Tem um paladar tostado e doce, principalmente no final, pouco lúpulo, onde o adocicado se sobressai. Notas de caramelo e café também surgiram no final. É uma cerveja bem equilibrada e uma ótima dunkel, que não pesa muito no tostado.
É uma cerveja que dá pra ser tomada sozinha, mas essa degustei com um lombo de porco com ervilhas tortas (em fava) na manteiga, ficou muito bom.
Paguei algo em torno de 11 reais a garrafa, mas já encontrei por 9 reais em alguns lugares daqui de Campinas. É comercializada em garrafas de 500ml e tem 4,7% de álcool.
7 de setembro de 2013
Salton, Evidence Brut
Esse espumante é preparado com 70% de uvas Chardonnay e 30% de uvas Pinot Noir pela vinícola Salton na Serra Gaúcha.
É um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, muitas bolhas finas durante todo o tempo que o espumante ficou na taça. Os aromas desse espumante destacam as frutas cítricas, notas de maçã e flores além do tradicional aroma tostado. De sabor elegante e cremoso de frutas cítricas como maçã e pêssego, mostrou um discreto mel no finalzinho.
É uma prova de que o sul do país deveria investir mais na fabricação de espumantes que tem uma qualidade altíssima. Esse espumante é bastante fresco e elegante. Ideal para tomar acompanhado de algum queijo ou salada.
É um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, muitas bolhas finas durante todo o tempo que o espumante ficou na taça. Os aromas desse espumante destacam as frutas cítricas, notas de maçã e flores além do tradicional aroma tostado. De sabor elegante e cremoso de frutas cítricas como maçã e pêssego, mostrou um discreto mel no finalzinho.
É uma prova de que o sul do país deveria investir mais na fabricação de espumantes que tem uma qualidade altíssima. Esse espumante é bastante fresco e elegante. Ideal para tomar acompanhado de algum queijo ou salada.
30 de agosto de 2013
Don Laurindo, Espumante Brut
Esse espumante nacional é produzido com o corte das uvas Chardonnay e Riesling Itálica pela vinícola Don Laurindo na serra gaúcha. É fabricando utilizando o método tradicional (ou método Champenoise) onde a fermentação ocorre dentro da garrafa.
É um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, muitas bolhas finas surgem na taça desde o primeiro momento e prolonga-se por todo o tempo em que a espumante ficou na taça. O aroma é bastante frutado (abacaxi, maçã verde) e menos seco do que eu esperava. Na boca a acidez não incomoda e tem um final bastante refrescante com sabor de frutas tropicais.
Experimentei esse espumante junto com uma torta de maçã e ficou muito bom. É um espumante de ótimo custo-benefício, bem feito e uma ótima sugestão para uma sexta-feira.
O método tradicional ou Champenoise, na minha modesta opinião, gera espumantes de maior complexidade e elegância com a obtenção de bolhas finas e constantes. Este processo consiste em obter o gás carbônico numa segunda fermentação, ocorrida dentro da própria garrafa. É uma produção artesanal em várias etapas e, conseqüentemente, caro. Primeiro, são feitos os vinhos que servirão de base do espumante. Depois, o vinho base é colocado na garrafa e acrescido do licor com leveduras e açúcar que provocarão a segunda fermentação, que dura cerca de três meses.
É um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, muitas bolhas finas surgem na taça desde o primeiro momento e prolonga-se por todo o tempo em que a espumante ficou na taça. O aroma é bastante frutado (abacaxi, maçã verde) e menos seco do que eu esperava. Na boca a acidez não incomoda e tem um final bastante refrescante com sabor de frutas tropicais.
Experimentei esse espumante junto com uma torta de maçã e ficou muito bom. É um espumante de ótimo custo-benefício, bem feito e uma ótima sugestão para uma sexta-feira.
O método tradicional ou Champenoise, na minha modesta opinião, gera espumantes de maior complexidade e elegância com a obtenção de bolhas finas e constantes. Este processo consiste em obter o gás carbônico numa segunda fermentação, ocorrida dentro da própria garrafa. É uma produção artesanal em várias etapas e, conseqüentemente, caro. Primeiro, são feitos os vinhos que servirão de base do espumante. Depois, o vinho base é colocado na garrafa e acrescido do licor com leveduras e açúcar que provocarão a segunda fermentação, que dura cerca de três meses.
23 de agosto de 2013
Salton, Espumante Moscatel
Sexta é dia de celebrar o fim da semana de trabalho, celebrar a saúde da família e dos amigos, nada melhor do que começar com um espumante mais doce. A minha dica para começar bem é um nacional produzido pela vinícola Salton.
Esse espumante é elaborado com a uva Moscato utilizando o Método Asti que é o mesmo usado para a produção de espumantes doces na Itália.
Este espumante é de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, a perlage (as bolhas) são intensas e de tamanho médio, no nariz traz fruta cítrica e depois de algum tempo também apareceu damasco. É leve e desce fácil, mostrando boa acidez e um doce muito convidativo.
Tem um ótimo custo-benefício e combina com muitos petiscos, saladas e frutas. Esse foi degustado junto com algumas frutas.
Método Asti. O nome vem de uma região demarcada (DOC) da Itália, onde é produzido com uva Moscato, assim com essa espumante. Consiste de uma única fermentação em grandes recipientes, que é interrompida quando se atinge de 7% a 10% de álcool, deixando açúcares residuais da ordem de 80 gramas por litro (10 vezes mais que um espumante Brut). O resultado é aromático e pouco alcoólico, e obviamente bastante doce.
Esse espumante é elaborado com a uva Moscato utilizando o Método Asti que é o mesmo usado para a produção de espumantes doces na Itália.
Este espumante é de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, a perlage (as bolhas) são intensas e de tamanho médio, no nariz traz fruta cítrica e depois de algum tempo também apareceu damasco. É leve e desce fácil, mostrando boa acidez e um doce muito convidativo.
Tem um ótimo custo-benefício e combina com muitos petiscos, saladas e frutas. Esse foi degustado junto com algumas frutas.
Método Asti. O nome vem de uma região demarcada (DOC) da Itália, onde é produzido com uva Moscato, assim com essa espumante. Consiste de uma única fermentação em grandes recipientes, que é interrompida quando se atinge de 7% a 10% de álcool, deixando açúcares residuais da ordem de 80 gramas por litro (10 vezes mais que um espumante Brut). O resultado é aromático e pouco alcoólico, e obviamente bastante doce.
22 de agosto de 2013
Pizzato, Fausto Merlot Rosé 2008
Vinho de cor rosa salmão brilhante, límpido. Ao abrir os aromas de morangos, framboesas e outras frutas vermelhas é bem marcante, na boca é fresco e jovem com predominância dos sabores de morango e goiaba.
As uvas Merlot que compõem esse vinho são plantadas na cidade de Dois Lageados, que fica a cerca de 50 km de distância do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha.
No processo de produção a uva não passa pelo processo de moagem, o que confere ao vinho maior limpidez e uma acidez mais acentuada, fazendo com que o ponto forte desse vinho é a jovialidade e o frescor da fruta vermelha e a leve acidez que tornam esse vinho ótimo para o dia-a-dia. É um vinho para acompanhar pratos leves ou mesmo ser tomado sozinho.
Esse vinho foi degustado com uma torta de camarão do famoso Citybar de Campinas e desceu muito bem, acredito que pela leveza e pela acidez esse vinho possa combinar com outros pratos mais complexos como por exemplo um strogonoff.
O custo-benefício desse vinho também é seu ponto forte, pois é encontrado em casas especializadas por menos de 30 reais.
Encontre mais no Facebook.
As uvas Merlot que compõem esse vinho são plantadas na cidade de Dois Lageados, que fica a cerca de 50 km de distância do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha.
No processo de produção a uva não passa pelo processo de moagem, o que confere ao vinho maior limpidez e uma acidez mais acentuada, fazendo com que o ponto forte desse vinho é a jovialidade e o frescor da fruta vermelha e a leve acidez que tornam esse vinho ótimo para o dia-a-dia. É um vinho para acompanhar pratos leves ou mesmo ser tomado sozinho.
Esse vinho foi degustado com uma torta de camarão do famoso Citybar de Campinas e desceu muito bem, acredito que pela leveza e pela acidez esse vinho possa combinar com outros pratos mais complexos como por exemplo um strogonoff.
O custo-benefício desse vinho também é seu ponto forte, pois é encontrado em casas especializadas por menos de 30 reais.
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16 de agosto de 2013
Ponto Nero, Moscatel
Indo direto ao assunto dos espumantes com preço de até R$ 50, esse sem muita dúvida é o melhor dele, e te garanto que essa opinião não é só minha. É prova de que o Brasil faz espumantes competentes do mesmo nível de outros países mais tradicionais nessa arte.
Não me lembro em que ocasião fui apresentado a esse espumante, mas gostei dele no primeiro gole. É feito com muito capricho pela Domno, um braço da Casa Valduga. Esse capricho pode ser comprovado desde a abertura da garrafa.
É um espumante bastante suave e combina com pratos leves, saladas ou mesmo para um tintim sem acompanhamentos.
Produzido com a uva moscato, é um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, apresenta bolhas muito finas e muito persistentes. No nariz é agradável com presença de frutas cítricas como o abacaxi e um pouco de maçã. Na boca é doce, com a acidez equilibrada e bastante agradável.
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Não me lembro em que ocasião fui apresentado a esse espumante, mas gostei dele no primeiro gole. É feito com muito capricho pela Domno, um braço da Casa Valduga. Esse capricho pode ser comprovado desde a abertura da garrafa.
É um espumante bastante suave e combina com pratos leves, saladas ou mesmo para um tintim sem acompanhamentos.
Produzido com a uva moscato, é um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, apresenta bolhas muito finas e muito persistentes. No nariz é agradável com presença de frutas cítricas como o abacaxi e um pouco de maçã. Na boca é doce, com a acidez equilibrada e bastante agradável.
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13 de agosto de 2013
Don Laurindo, Reserva Ancellotta 2005
São raríssimos exemplos em que uma uva pouco conhecida e prestigiada em sua origem possa se tornar um sucesso quando transplantada para outro local. Vale dizer que dentre esses raríssimos casos está a uva Malbec, que na sua origem no sudoeste da França não é lá essas coisas, mas tornou-se emblemática na Argentina, fazendo com que grandes produtores se instalassem em terras vizinhas.
Ao que parece, a vinícola Don Laurindo, do Vale dos Vinhedos na serra gaúcha está apostando no mesmo com a uva Ancellotta, que na sua origem, Emilia-Romagna, desempenha um papel coadjuvante no Lambrusco.
O Reserva Ancellotta é um vinho muito bom e muito bem feito, como outros que experimentei da vinícola Don Laurindo. De cor vermelho púrpura escuro é bastante brilhante e tingiu a taça. No nariz mostrou muita fruta, madeira e caça, bem diferente dos que já havia tomado. Na boca é frutado, marcante e com muitos taninos.
Não é um vinho pra se tomar sozinho, precisa de algo a altura, queijos fortes e carne devem ser um bom acompanhamento, ao contrário do que escrevi, tomei o meu sozinho, a adstringência deixou a boca um pouco amarrada.
Vale bastante pela iniciativa de se tomar um vinho de uma casta pouco conhecida, que até então é normalmente utilizada para dar cor a vinhos de outras uvas. Infelizmente não é um vinho que se encontra facilmente por aí, mas quando encontrado o custo-benefício é bastante bom.
Ao que parece, a vinícola Don Laurindo, do Vale dos Vinhedos na serra gaúcha está apostando no mesmo com a uva Ancellotta, que na sua origem, Emilia-Romagna, desempenha um papel coadjuvante no Lambrusco.
O Reserva Ancellotta é um vinho muito bom e muito bem feito, como outros que experimentei da vinícola Don Laurindo. De cor vermelho púrpura escuro é bastante brilhante e tingiu a taça. No nariz mostrou muita fruta, madeira e caça, bem diferente dos que já havia tomado. Na boca é frutado, marcante e com muitos taninos.
Não é um vinho pra se tomar sozinho, precisa de algo a altura, queijos fortes e carne devem ser um bom acompanhamento, ao contrário do que escrevi, tomei o meu sozinho, a adstringência deixou a boca um pouco amarrada.
Vale bastante pela iniciativa de se tomar um vinho de uma casta pouco conhecida, que até então é normalmente utilizada para dar cor a vinhos de outras uvas. Infelizmente não é um vinho que se encontra facilmente por aí, mas quando encontrado o custo-benefício é bastante bom.
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