Social Icons

Mostrando postagens com marcador tinta roriz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tinta roriz. Mostrar todas as postagens

25 de setembro de 2013

Dom José, Porto Tawny 2004


Esse vinho é fabricado pela Real Companhia Velha de Portugal com um corte de várias uvas locais portuguesas como Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz e Tinto Cão. Tem denominação de origem controlada do Dão. Este vinho é conhecido como Vinho do Porto a partir da segunda metade do século XVII por ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade.

Vinhos do Porto do tipo Tawny envelhecem de dois a três anos nos balseiros, passando depois para as pipas de 550 litros. Estas permitem um mais elevado contacto do vinho com a madeira e daí com o ar. Assim os Tawny respiram mais, oxidando e envelhecendo rapidamente. Devido à elevada oxidação os Tawny perdem a cor inicial dos vinhos tintos, ganhando tons mais claros como o âmbar, e sabores a frutos secos como as nozes ou as amêndoas. Com a idade os Tawny ganham ainda mais complexidade aromática, enriquecendo os aromas de frutos secos e adquirindo aromas de madeira, tostado, café, chocolate, mel, etc.

Vinho de cor âmbar escuro, quase terracota, brilhante e não translúcido. Aroma de frutas silvestres (amoras e framboesas) e madeira. A madeira deu ao vinho um sabor acentuado de caramelo e tabaco. Na boca é saboroso, mas não muito complexo, com frutas vermelhas (morangos e cerejas), um pouco de álcool mais do que o desejado, apesar de ser esperado isso num vinho fortificado, mas valeu a pena mesmo assim.

É ideal para acompanhar sobremesas como chocolate e bolos de inverno com nozes e mel. Degustado com uma barra de chocolate da Lindt deu um charme ao ótimo chocolate.

10 de setembro de 2013

Sogrape, Grão Vasco Dão 2006

Este vinho é produzido pela empresa portuguesa Sogrape, é um vinho de denominação de origem controlada do Dão. Produzido com o corte das uvas Jaen, Touriga Nacional e Tinta Roriz.

Vinho de cor vermelho rubi brilhante, deixou lágrimas na taça. No nariz trouxe aromas de frutas vermelhas (amoras e morangos) e toques que lembraram um aceto balsâmico. Na boca é bem equilibrado e suave, com sabor predominante de frutas vermelhas maduras. É um vinho simples, mas muito bem feito. Vale uma degustação sem compromisso.

Não é, para o meu paladar um vinho que possa ser tomado sozinho, precisa de um acompanhamento. Esse foi degustado com um massa cozida no molho de tomate ao sugo e ficou muito bom.

Não é um vinho que represente em qualidade todo o potencial da região do Dão, mas é um vinho leve que acompanha bem pratos do dia a dia, pois seu custo benefício é muito bom.