Esse vinho é produzido pela vinícola Bodegas del Anelo localizada no Vale do Neuquén na Patagônia, Argentina, com uvas Pinot Noir.
O Vale do Neuquén é uma região mais ao sul da Argentina, no início da Patagônia. É um dos mais modernos e recentes projetos vinícolas do país. O clima dessa região é frio, ideal para o cultivo da casta Pinot Noir.
Esse vinho é de cor vermelho rubi intenso e opaco, lágrimas discretas aparecem na taça. No nariz esse vinho mostra frutas vermelhas como a amora e framboesa em maior intensidade, finas notas de baunilha surgem após algum tempo na taça. Mas a fruta é muito presente.
É um vinho que passa 3 meses em barris de carvalho francês e americano, mas esse estágio não contribuiu muito com seu tostado para o vinho, talvez seja de segundo ou terceiro uso.
Na boca é frutado, com presença de framboesa e especiarias, no final é mais seco e elegante, com taninos finos e acidez gostosa.
Caitec significa "Luz do Fogo" na língua indígena Quechuá, da Patagônia. Caitec Patagonia é produzido de vinhas do Vale Neuquén (Rio Negro) na Argentina, é um vinho equilibrado e gostoso.
Mostrando postagens com marcador argentina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador argentina. Mostrar todas as postagens
31 de dezembro de 2013
17 de dezembro de 2013
Latitud 33, Cabernet Sauvignon 2010
Esse vinho é produzido pela Bodegas Chandon na região de Mendoza na Argentina. Produzido com 100% de uvas Cabernet Sauvignon é um vinho bem básico, mas o custo benefício é muito atraente.
Lá em Pato, com a proximidade da fronteira com a Argentina seu preço é imbatível, acreditem você pagaria 9 reais num vinho? E se esse vinho fosse produzido pela Chandon? Não dá pra acreditar.
É um vinho simples e sem muitas pretensões, mas muito saboroso. É de cor vermelho rubi intenso, brilhante e deixou lágrimas na taça. No nariz traz aromas de frutas vermelhas como a framboesa e a cereja, além de um pouco a mais de álcool que some rapidinho. Na boca é um pouquinho alcoólico demais para o meu gosto, mas não chega a comprometer o vinho, que trás ainda o sabor das frutas vermelhas e um pouco de especiarias.
É um vinho que combina com molhos encorpados e carne. Esse foi tomado com polpetonni ao sugo e uma massa caseira e combinou, mas precisava de mais força no prato combinar ainda melhor.
Lá em Pato, com a proximidade da fronteira com a Argentina seu preço é imbatível, acreditem você pagaria 9 reais num vinho? E se esse vinho fosse produzido pela Chandon? Não dá pra acreditar.
É um vinho simples e sem muitas pretensões, mas muito saboroso. É de cor vermelho rubi intenso, brilhante e deixou lágrimas na taça. No nariz traz aromas de frutas vermelhas como a framboesa e a cereja, além de um pouco a mais de álcool que some rapidinho. Na boca é um pouquinho alcoólico demais para o meu gosto, mas não chega a comprometer o vinho, que trás ainda o sabor das frutas vermelhas e um pouco de especiarias.
É um vinho que combina com molhos encorpados e carne. Esse foi tomado com polpetonni ao sugo e uma massa caseira e combinou, mas precisava de mais força no prato combinar ainda melhor.
1 de novembro de 2013
Eral Bravo, Cabernet Sauvignon 2008
Pode parecer bobagem mas sempre deu certo... Argentino, alta graduação alcoólica, vinho tinto... Pede decânter.
Com esse argentino de Mendoza não foi diferente, uma hora de decânter e o álcool inicialmente aparente sumiu deixando um bouquet maravilhoso.
Esse vinho de cor vermelho rubi brilhante deixou lágrimas na taça. Com paciência identifiquei vários aromas como de frutas vermelhas como a cereja e o cassis, além de pimentão e especiarias. Na boca a uva Cabernet Sauvignon tem uma entrada agradável de fruta vermelha, como disse um amigo, parece aquelas balas vermelhas, o meio ligeiramente mais fraco e com um pouquinho de amargor e o final mais fruta e notas tostadas.
É um grande vinho que vale a degustação, esse acompanhou carne de cordeiro grelhada na churrasqueira em papelotes de papel alumínio e molho de hortelã. Qual a sua combinação?
Com esse argentino de Mendoza não foi diferente, uma hora de decânter e o álcool inicialmente aparente sumiu deixando um bouquet maravilhoso.
Esse vinho de cor vermelho rubi brilhante deixou lágrimas na taça. Com paciência identifiquei vários aromas como de frutas vermelhas como a cereja e o cassis, além de pimentão e especiarias. Na boca a uva Cabernet Sauvignon tem uma entrada agradável de fruta vermelha, como disse um amigo, parece aquelas balas vermelhas, o meio ligeiramente mais fraco e com um pouquinho de amargor e o final mais fruta e notas tostadas.
É um grande vinho que vale a degustação, esse acompanhou carne de cordeiro grelhada na churrasqueira em papelotes de papel alumínio e molho de hortelã. Qual a sua combinação?
20 de outubro de 2013
Santa Florentina, Espumante Torrontes Dolce
É considerado pelo povo argentino como um espumante do dia a dia pela seu sabor e pelo custo, que por lá uma garrafa beira a ridículos, se segura... 9 reais.
Esse espumante é um varietal Torrontes de colheita tardia produzido pelo método Charmat.
Espumante doce de cor amarelo palha com leves reflexos esverdeados. Poucos filetes centrais de bolhas subiram no centro da taça, mas ficaram produzindo essas bolhas enquanto durou o espumante na taça. É de aroma delicado de frutas cítricas como o melão e abacaxi. Muito fresco e com acidez balanceada deixa a boca levemente molhada. Assim como no nariz, apareceram o abacaxi e o melão que eram amanteigados.
Nunca antes havia provado um espumante da uva Torrontes, a experiência com essa uva lembra muito a Moscatel, mas o final dessa é menos amargo. Degustado do no elegante casamento da Ane e do Marcos em Ponta Grossa, PR.
WebRep
currentVote
noRating
noWeight
19 de outubro de 2013
Eral Bravo, Urano Cabernet Sauvignon 2009
Produzido com uvas Cabernet Sauvignon da região de Lujan de Cuyo, esse vinho é de cor vermelho rubi intenso, com reflexos violáceos. O forte no seu aroma são as amoras quase em compota e um final de baunilha muito agradável. Na boca é jovem e razoavelmente estruturado com fruta negra, tostados e notas de especiarias.
O que me chamou muito a atenção nesse vinho é o equilíbrio entre os taninos e a acidez, tudo feito com muito cuidado pensando em agradar quem bebe.
Esse foi degustado junto com um bife de ancho preparado pela Heloísa, sensacional a combinação.
12 de outubro de 2013
Otero Ramos, Extramuros Gran Reserva Malbec 2007
Se me perguntarem pelos 5 melhores vinhos que já tomei, o Extramuros Gran Reserva Malbec está entre esses 5. É soberbo!
Um vinho produzido na Argentina, mais precisamente na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza pela Bodegas Otero Ramos, que conseguiu extrair toda personalidade dessa uva quem tem seu maior potencial na Argentina.
É um vinho que estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso, o que por si só já coloca o vinho num alto patamar de qualidade.
É um vinho de cor rubi com reflexos violáceos, tingiu a taça deixando lágrimas por toda a borda da taça. No nariz traz tantos aromos que é até difícil descrevê-los, flores, ameixa em compota, baunilha, chocolate... Sensacional é pouco. Na boca é encorpado e elegante, frutas negras como a ameixa e a amora madura explodem em meio a baunilha levemente tostada. É redondo, maduro, longo e equilibrado na boca.
Opções de harmonização com esse vinho podem ser infinitas, carnes suculentas, entrecôtes, churrascos, mas sugiro somente uma torrada ou um pãozinho do tipo italiano pra não comprometer tudo de bom que esse vinho tem. Por isso tudo, esse vinho é um dos 5 melhores que já tomei e recomendo.
Um vinho produzido na Argentina, mais precisamente na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza pela Bodegas Otero Ramos, que conseguiu extrair toda personalidade dessa uva quem tem seu maior potencial na Argentina.
É um vinho que estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso, o que por si só já coloca o vinho num alto patamar de qualidade.
É um vinho de cor rubi com reflexos violáceos, tingiu a taça deixando lágrimas por toda a borda da taça. No nariz traz tantos aromos que é até difícil descrevê-los, flores, ameixa em compota, baunilha, chocolate... Sensacional é pouco. Na boca é encorpado e elegante, frutas negras como a ameixa e a amora madura explodem em meio a baunilha levemente tostada. É redondo, maduro, longo e equilibrado na boca.
Opções de harmonização com esse vinho podem ser infinitas, carnes suculentas, entrecôtes, churrascos, mas sugiro somente uma torrada ou um pãozinho do tipo italiano pra não comprometer tudo de bom que esse vinho tem. Por isso tudo, esse vinho é um dos 5 melhores que já tomei e recomendo.
9 de outubro de 2013
Quara, Reserva Torrontes Cosecha Tardia 2010
A cor é um amarelo palha brilhante com reflexos esverdeados. Contra a luz percebe-se que ele umedece toda a taça criando lágrimas transparentes. No nariz é de um cítrico intenso com toques suaves de flores do campo. Na boca é fresco e tem um doçura natural elegante e prolongada.
O rótulo, como de praxe, mostra o quará (um primo andino do camelo), marca registrada da finca, que tem provado disponibilizar vinhos bem feitinhos e baratos. Foi degustado junto com pão de cenoura e ervas com caponata de beringela e sardela e combinou muito bem pelo seu frescor e jovialidade.
Esse vinho é comercializado em garrafinhas de 500ml.
8 de outubro de 2013
Rincón del Sol, Chardonnay e Torrontes 2010
Este vinho é produzido pela Bodega Santa Ana, na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza, na Argentina. É um vinho simples, de preço honesto. Fabricado com as uvas Chardonnay e Torrontes tem cor amarelo palha com reflexos esverdeados, no nariz fez lembrar fruta cítrica e um buquê de flores do campo recém colhidas. Na boca é bastante fresco e de boa acidez, fez a boca salivar, mas deixou uma pontinha de álcool a mais no final.
Essa garrafa foi degustada com um filé de salmão ao molho de alcaparras e risoto de arroz branco preparado pela Heloísa e combinou bem certinho, ótima dica de acompanhamento.
É um vinho que desce fácil, saboroso e combina muito com o verão. É aquele tipo de vinho pra se manter geladinho esperando uma ocasião pra ser aberto.
3 de outubro de 2013
Finca Roja, Malbec 2010
É um vinho de cor vermelho púrpura bastante untuoso que deixou a taça bastante tingida e lágrimas em abundância. O aroma de grama molhada foi facilmente reconhecido bem como o mel e o tabaco. Na primeira metade, na boca foi delicado com taninos controlados, mostrando frutas negras em compota, mas da segunda metade pra frente ficou mais seco e picante mostrando especiarias. Senti que faltou um pouco de persistência no final de boca. É um vinho mediano em todos os aspectos, mas isso não quer dizer que não valha a pena.
Tem um ótimo custo-benefício quando se pensa num Malbecão argentino. Precisa de acompanhamento potente pra se garantir, não é um vinho que tomaria sozinho. Carnes vermelhas como vitelo e churrasco fazem esse vinho se mostrar melhor ainda. Foi degustado com cordeiro assado na churrasqueira e não comprometeu.
WebRep
currentVote
noRating
noWeight
2 de outubro de 2013
Eral Bravo, YBS 2005
Vinho tinto de corte produzido com as uvas Malbec (60%) e Cabernet Sauvignon (40%) pela Bodegas Eral em Mendoza, Argentina.
A marca Eral Bravo é da família Sánchez Nieto, responsável pelos vinhos Nieto Sanetiner (Don Nicanor Nieto) e o nome Eral vem dos touros ainda jovens e criados para touradas. O nome faz jus ao vinho.
Esse vinho denominado YBS (years barrel selection) é de cor vermelho púrpura, grosso e brilhante. Tingiu imediatamente a taça. Muitíssimo florado no nariz com toques marcantes de baunilha e especiarias. Explosão intensa de frutas negras iguais as compotas de amora e ameixas negras, lembrou muito as geleias.
A graduação alcóolica gira em torno de 14% e requer um acompanhamento de peso para extrair todo o potencial do seu sabor.
Apesar do preço um pouco salgado é um grande vinho que deve ser apreciado com um carne de corte argentino ou até mesmo um churrasco brasileiro. Enfim, é um grande vinho.
A marca Eral Bravo é da família Sánchez Nieto, responsável pelos vinhos Nieto Sanetiner (Don Nicanor Nieto) e o nome Eral vem dos touros ainda jovens e criados para touradas. O nome faz jus ao vinho.
Esse vinho denominado YBS (years barrel selection) é de cor vermelho púrpura, grosso e brilhante. Tingiu imediatamente a taça. Muitíssimo florado no nariz com toques marcantes de baunilha e especiarias. Explosão intensa de frutas negras iguais as compotas de amora e ameixas negras, lembrou muito as geleias.
A graduação alcóolica gira em torno de 14% e requer um acompanhamento de peso para extrair todo o potencial do seu sabor.
Apesar do preço um pouco salgado é um grande vinho que deve ser apreciado com um carne de corte argentino ou até mesmo um churrasco brasileiro. Enfim, é um grande vinho.
Marcadores:
argentina,
cabernet sauvignon,
mais de 100 reais,
malbec,
vinho tinto
29 de setembro de 2013
Alta Vista, Premium Malbec 2009
Esse Malbec de Luján de Cuyo em Mendoza, na Argentina é produzido pela Bodega Altavista e passa 12 meses em barricas de carvalho francês e americano, o que lhe dá toques de baunilha e até menta no nariz e na boca, além da característica explosão de fruta negra como amoras e ameixas.
Na taça é vermelho púrpura (quase sangue) que além de tingir a taça de imediato, cria filetes de lágrimas vermelhas.
É um vinho untuoso e forte traz fruta madura, amoras em compota e um final tostado e com leve álcool. Não é um vinho pra se beber sozinho, requer um acompanhamento à altura.
Foi degustado com um filé ao forno, mas percebi que poderia acompanhar um prato mais forte e talvez até um pouco mais gorduroso, pode ser até um pecado digno de inquisição, mas lembrei daqueles costelões gaúchos.
27 de setembro de 2013
Alto Pampas del Sur, Pinot Noir 2008
Vinho de cor vermelho rubi brilhante que deixaram lágrimas discretas na taça. Aroma bastante delicado e intenso de frutas vermelhas como cereja e framboesa e um final de flores do campo. É um vinho fresco e jovem com sabor de frutas vermelhas e toques de madeira e baunilha.
Não sou dos mais fãs de vinhos Pinot Noir produzidos em Mendoza na Argentina, acho Mendoza um pouco quente demais pra esse tipo de uva... Já tomei vinhos muito bons dessa uva vindos da Patagônia, mas esse foi uma surpresa agradável.
Foi degustado sozinho (quase um impropério), Dalton me fez companhia e bebeu praticamente todo o conteúdo da garrafa. Vinho de ótimo custo-benefício, combina muito bem com um uma massa com molho vermelho ou até um corte de bife sem muito condimento.
26 de setembro de 2013
Doña Paula, Estate Pinot Noir 2010
De cor vermelho rubi fosco deixou muita lágrima na taça. O aroma agradável de frutas vermelhas (amoras e framboesas) com um pouco de baunilha. Na boca é muito suave e poucos taninos e bem leve acidez deixando na boca com um gosto de baunilha no final do gole.
Foi degustado com uma lasanha a bolonhesa caprichadíssima da Artesanali Massas e Molhos e ficou muito bom, tirando elogios de amigos que não gostam dessa uva.
24 de setembro de 2013
Eral Bravo, Urano Syrah 2012
A Eral Bravo é uma das mais promissoras novas vinícolas argentinas, propriedade de Matias Sanchez Nieto, ex-proprietário da Nieto Senetiner. A Eral Bravo tem se dedicado à produção de pequenas quantidades de vinhos de excelente qualidade.
O Urano Syrah é um vinho produzido unicamente com a uva Syrah produzidas na região de Lujan de Cuyo em Mendoza na Argentina. 25% desse vinho fica durante 12 meses estagiando em barris de carvalho francês e americano, o restante fica em tonéis de aço por cerca de dois anos.
O Syrah é o vinho de entrada da linha de vinhos Urano, tem cor vermelho rubi intenso com reflexos violetas, deixou muitas lágrimas na taça. Seu aroma lembra frutas negras como amoras e ameixas, mas traz também notas tostadas de baunilha e café. Na boca é frutado, fruta negra em compota e toques de especiarias no final, peca pelo final pouco persistente.
Esse foi degustado com um churrasco preparado pelo meu sogro com chispas de araucária que dá um toque diferente à carne do churrasco e combinou muito bem.
O Urano Syrah é um vinho produzido unicamente com a uva Syrah produzidas na região de Lujan de Cuyo em Mendoza na Argentina. 25% desse vinho fica durante 12 meses estagiando em barris de carvalho francês e americano, o restante fica em tonéis de aço por cerca de dois anos.
O Syrah é o vinho de entrada da linha de vinhos Urano, tem cor vermelho rubi intenso com reflexos violetas, deixou muitas lágrimas na taça. Seu aroma lembra frutas negras como amoras e ameixas, mas traz também notas tostadas de baunilha e café. Na boca é frutado, fruta negra em compota e toques de especiarias no final, peca pelo final pouco persistente.
Esse foi degustado com um churrasco preparado pelo meu sogro com chispas de araucária que dá um toque diferente à carne do churrasco e combinou muito bem.
18 de setembro de 2013
Susana Balbo, Signature Cabernet Sauvignon 2011
Esse vinho é produzido pela mais emblemática "winemakers"da Argentina, Susana Balbo. Já conhecia outros rótulos da Suzana Balbo, mas esse está em outro patamar. Esse vinho é um corte da uva Cabernet Sauvignon (90%) com a uva Merlot Malbec (10%), mas o rótulo cria a falsa impressão de que um varietal da Cabernet Sauvignon.
O Susana Balbo Signature é púrpura, espelhado e denso, não chega a tingir a taça, mas cria muitas lágrimas finíssimas. O aroma de frutas negras (amoras e ameixas) em compota é bom, mas muda rápido para o figo, a baunilha, caramelo e madeira tostada. Na boca é muito bom, potente, apesar de ser um vinho que precisa de um corpo maior, mas apresentou muita fruta madura (amoras e ameixas), com um final mais apimentado.
Repousa por 13 meses em barricas 80% carvalho francês novo e 20% carvalho francês de segundo uso, o que reflete no aroma de madeira tostada e no gosto final de pimenta e especiarias.
É um vinho para ser tomado com uma carne vermelha grelhada, imaginei os bifes de contra-filé argentino feitos no braseiro da churrasqueira!! Ficaria bom demais!
O Susana Balbo Signature é púrpura, espelhado e denso, não chega a tingir a taça, mas cria muitas lágrimas finíssimas. O aroma de frutas negras (amoras e ameixas) em compota é bom, mas muda rápido para o figo, a baunilha, caramelo e madeira tostada. Na boca é muito bom, potente, apesar de ser um vinho que precisa de um corpo maior, mas apresentou muita fruta madura (amoras e ameixas), com um final mais apimentado.
Repousa por 13 meses em barricas 80% carvalho francês novo e 20% carvalho francês de segundo uso, o que reflete no aroma de madeira tostada e no gosto final de pimenta e especiarias.
É um vinho para ser tomado com uma carne vermelha grelhada, imaginei os bifes de contra-filé argentino feitos no braseiro da churrasqueira!! Ficaria bom demais!
2 de setembro de 2013
Chandon, Délice
Pára tudo! Em plena segunda-feira e tomando espumante? Hoje pode, aniversário da Dona Helo, então pode! A delícia da vez, ou Délice, vem da Chandon Argentina. Considerada como o primeiro espumante a produzido na Argentina para ser tomado sozinho ou com gelo.
Produzido na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza na Argentina, esse espumante é fabricado com cortes das uvas Chardonnay, Pinot Noir, Petit Manseng e Semillon colhido tardiamente. O espumante é de cor amarelo dourado, com muitas bolhas, finas e constantes até o final do líquido na taça. No nariz trouxe frutas cítricas (maçã verde e abacaxi) mesclados com uma discreta presença de menta. Na boca é bastante doce, mas não é enjoativo, de começo adocicado lembrando maçã verde e final mais ácido, lembrando abacaxi.
A proposta da Chandon é consumi-la sob 3 diferentes formas: 1) sozinha, como fiz; 2) com muito gelo, que possa diluir o açúcar do espumante; 3) com gelo e folhas de manjericão, deixando-o mais fresco. Infelizmente não sobrou muito para as opções 2 e 3. A promessa da Chandon "Feel Fresh, Feel Délice" é real e o espumante é bem feito.
Produzido na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza na Argentina, esse espumante é fabricado com cortes das uvas Chardonnay, Pinot Noir, Petit Manseng e Semillon colhido tardiamente. O espumante é de cor amarelo dourado, com muitas bolhas, finas e constantes até o final do líquido na taça. No nariz trouxe frutas cítricas (maçã verde e abacaxi) mesclados com uma discreta presença de menta. Na boca é bastante doce, mas não é enjoativo, de começo adocicado lembrando maçã verde e final mais ácido, lembrando abacaxi.
A proposta da Chandon é consumi-la sob 3 diferentes formas: 1) sozinha, como fiz; 2) com muito gelo, que possa diluir o açúcar do espumante; 3) com gelo e folhas de manjericão, deixando-o mais fresco. Infelizmente não sobrou muito para as opções 2 e 3. A promessa da Chandon "Feel Fresh, Feel Délice" é real e o espumante é bem feito.
Marcadores:
argentina,
chardonnay,
de 30 a 50 reais,
espumante doce,
petit manseng,
pinot noir,
semillon
27 de agosto de 2013
Norton, Malbec DOC 2009
Esse argentino é produzido em Mendoza na região de Lujan de Cuyo com a uva Malbec.
É um vinho de coloração púrpura com reflexos violáceos, deixou a taça repleta de lágrimas grossas. No nariz apresentou frutas vermelhas maduras (amoras, ameixas e baunilha) bastante aparentes, saltou ao nariz o carvalho do seu envelhecimento, e um pouquinho a mais de álcool do que eu esperava, mas não comprometeu esse bom vinho. Na boca tem corpo, fruta negra e taninos. Achei esse vinho um pouco "picante" demais, não é um vinho pra tomar sozinho, precisa de pratos fortes e suculentos pra abrir todo seu potencial, sendo reservado para próximas experiências com comidas que requerem potência.
A primeira vez foi acompanhado de uma massa com molho a bolonhesa e infelizmente sobrou taninos, da segunda vez foi com carne de porco assada que combinou muito bem.
Sou um dos fãs dos vinhos da Bodegas Norton, que marcou o início das minhas experiências enogastronômicas. No Brasil, os preços não são dos melhores, girando em torno de 50 reais, pra quem vai pra Argentina a coisa fica na casa dos módicos 20 reais.
Esse vinho é um dos poucos Malbecs argentinos a ter a denominação de origem controlada DOC, os outros são Nieto Senetiner DOC, Luigi Bosca DOC e Lagarde DOC.
É um vinho de coloração púrpura com reflexos violáceos, deixou a taça repleta de lágrimas grossas. No nariz apresentou frutas vermelhas maduras (amoras, ameixas e baunilha) bastante aparentes, saltou ao nariz o carvalho do seu envelhecimento, e um pouquinho a mais de álcool do que eu esperava, mas não comprometeu esse bom vinho. Na boca tem corpo, fruta negra e taninos. Achei esse vinho um pouco "picante" demais, não é um vinho pra tomar sozinho, precisa de pratos fortes e suculentos pra abrir todo seu potencial, sendo reservado para próximas experiências com comidas que requerem potência.
A primeira vez foi acompanhado de uma massa com molho a bolonhesa e infelizmente sobrou taninos, da segunda vez foi com carne de porco assada que combinou muito bem.
Sou um dos fãs dos vinhos da Bodegas Norton, que marcou o início das minhas experiências enogastronômicas. No Brasil, os preços não são dos melhores, girando em torno de 50 reais, pra quem vai pra Argentina a coisa fica na casa dos módicos 20 reais.
Esse vinho é um dos poucos Malbecs argentinos a ter a denominação de origem controlada DOC, os outros são Nieto Senetiner DOC, Luigi Bosca DOC e Lagarde DOC.
Se chegou até aqui, comente, critique, curta!
22 de agosto de 2013
Latitud 33, Syrah 2011
Foi um dos primeiros vinhos que comprei na Argentina, lá o custo-benefício é sensacional, uma garrafa gira em torno de 30 pesos, o que dá algo como 10 reais.
Apesar de haverem outras combinações possíveis, esse foi degustado com carneiro de forno e combinou bastante, outros varietais (Malbec, Merlot, Chardonnay, Cabernet Sauvignon) dessa marca também são muito interessantes e mantém além da mesma qualidade, o excelente custo-benefício.
Acompanhe mais pelo Facebook.
É um vinho para o dia a dia, sem a pretensão de ser um vinho para guarda ou para grandes ocasiões, mas nem por isso deixou de lado a qualidade, sendo um excelente vinho. Este é elaborado com a uva Syrah, na região argentina de Mendoza, pela Bodegas Chandon.
De cor vermelho rubi intenso e brilhante, no nariz apresentou os aroma de frutas vermelhas (ameixas e amoras), depois de algum tempo na taça surgiram toques de baunilha e chocolates. Um ponto negativo foi que ele levantou um pouco de álcool a mais do que o desejado, mas não comprometeu seu aroma nem seu sabor. Na boca, o início foi suave com muita fruta vermelha, no final bastante picante.
Apesar de haverem outras combinações possíveis, esse foi degustado com carneiro de forno e combinou bastante, outros varietais (Malbec, Merlot, Chardonnay, Cabernet Sauvignon) dessa marca também são muito interessantes e mantém além da mesma qualidade, o excelente custo-benefício.
Acompanhe mais pelo Facebook.
17 de agosto de 2013
Catena Zapata, Alamos Malbec 2010
Sabadão é dia do planejamento da semana que vai começar, dia de ir ao mercado, de comprar comida pronta e rápida. Neste não foi diferente e na pauta do almoço um belo joelho de porco (Einsbein) com risoto milanes. Para combinar com o peso do prato, nada melhor que um Malbec argentino.
O escolhido foi o Alamos produzido pela vinícola Catena Zapata de Mendoza na Argentina. É um vinho feito com uvas Malbec, vermelho púrpura intenso, com reflexos violetas que deixou algumas poucas lágrimas na taça, achei que fosse tingir a taça, mas não. No nariz tinha fruta negra como amoras e um pouco de baunilha, achei que seria de um frutado mais intenso. Na boca é uma cópia do que foi evidenciado no nariz, fruta negra, baunilha e no final um pouco de especiarias.
Achei que em se tratando de Catena Zapata, o Alamos, poderia ser algo mais surpreendente, mas é apenas um bom vinho, um Malbec de preço justo e com uma proposta honesta.
Com o Einsbein se deu muito bem, cortando a gordura da carne com seus taninos, deixando a fruta mais em evidência, valeu a escolha.
Me siga no Facebook.
O escolhido foi o Alamos produzido pela vinícola Catena Zapata de Mendoza na Argentina. É um vinho feito com uvas Malbec, vermelho púrpura intenso, com reflexos violetas que deixou algumas poucas lágrimas na taça, achei que fosse tingir a taça, mas não. No nariz tinha fruta negra como amoras e um pouco de baunilha, achei que seria de um frutado mais intenso. Na boca é uma cópia do que foi evidenciado no nariz, fruta negra, baunilha e no final um pouco de especiarias.
Achei que em se tratando de Catena Zapata, o Alamos, poderia ser algo mais surpreendente, mas é apenas um bom vinho, um Malbec de preço justo e com uma proposta honesta.
Com o Einsbein se deu muito bem, cortando a gordura da carne com seus taninos, deixando a fruta mais em evidência, valeu a escolha.
Me siga no Facebook.
16 de agosto de 2013
Bodegas del Fin del Mundo, Ventus Patagonia 2010
Esse vinho é fabricado pela vinícola Bodegas del Fin del Mundo, na Patagônia argentina, mais precisamente no Vale do Neuquén e é uma assemblage (vinho feito com a mistura de vinhos de diferentes) das uvas Cabernet Sauvignon, Malbec e Merlot.
É um vinho de cor vermelho púrpura, límpido e brilhante. O aroma de início frutado (ameixas e amoras) dá lugar, depois de descansado à baunilha tostada e às especiarias. Na boca o início é bastante frutado, o meio é forte e seco e o final é picante. O entendimento dessa mistura de uvas deu ao vinho uma estrutura interessante que vale a pena ser conferida.
Os vinhos produzidos pela Bodegas del Fin del Mundo nunca me decepcionaram e primam pelo bom vinho, preços módicos e bastante sinceridade naquilo que fazem, esses elogios não transformam esse vinho num grande vinho, mas tenta dizer que pelo preço e pela proposta é um bom vinho de até 30 reais, melhor que muitos vinhos famosos de 30 a 50 reais.
Experimentamos esse vinho em companhia de um Capeletti ao Molho Bolonhesa no restaurante Artesanali Massas e Molhos e combinou muito bem.
Me acompanhe também no Facebook.
É um vinho de cor vermelho púrpura, límpido e brilhante. O aroma de início frutado (ameixas e amoras) dá lugar, depois de descansado à baunilha tostada e às especiarias. Na boca o início é bastante frutado, o meio é forte e seco e o final é picante. O entendimento dessa mistura de uvas deu ao vinho uma estrutura interessante que vale a pena ser conferida.
Os vinhos produzidos pela Bodegas del Fin del Mundo nunca me decepcionaram e primam pelo bom vinho, preços módicos e bastante sinceridade naquilo que fazem, esses elogios não transformam esse vinho num grande vinho, mas tenta dizer que pelo preço e pela proposta é um bom vinho de até 30 reais, melhor que muitos vinhos famosos de 30 a 50 reais.
Experimentamos esse vinho em companhia de um Capeletti ao Molho Bolonhesa no restaurante Artesanali Massas e Molhos e combinou muito bem.
Me acompanhe também no Facebook.
Marcadores:
argentina,
cabernet sauvignon,
de 20 a 30 reais,
malbec,
merlot,
vinho tinto
Assinar:
Postagens (Atom)



















