Esse vinho é produzido pela vinícola Bodegas del Anelo localizada no Vale do Neuquén na Patagônia, Argentina, com uvas Pinot Noir.
O Vale do Neuquén é uma região mais ao sul da Argentina, no início da Patagônia. É um dos mais modernos e recentes projetos vinícolas do país. O clima dessa região é frio, ideal para o cultivo da casta Pinot Noir.
Esse vinho é de cor vermelho rubi intenso e opaco, lágrimas discretas aparecem na taça. No nariz esse vinho mostra frutas vermelhas como a amora e framboesa em maior intensidade, finas notas de baunilha surgem após algum tempo na taça. Mas a fruta é muito presente.
É um vinho que passa 3 meses em barris de carvalho francês e americano, mas esse estágio não contribuiu muito com seu tostado para o vinho, talvez seja de segundo ou terceiro uso.
Na boca é frutado, com presença de framboesa e especiarias, no final é mais seco e elegante, com taninos finos e acidez gostosa.
Caitec significa "Luz do Fogo" na língua indígena Quechuá, da Patagônia. Caitec Patagonia é produzido de vinhas do Vale Neuquén (Rio Negro) na Argentina, é um vinho equilibrado e gostoso.
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31 de dezembro de 2013
6 de dezembro de 2013
Casa Valduga Duetto Pinot Noir e Syrah 2011
Esse vinho é produzido pela competentíssima Casa Valduga da mistura de duas castas: a elegante Pinot Noir e a estressadinha Syrah. É um vinho bastante simples que não passa por madeira, mas de excelente custo-benefício.
É de cor vermelho rubi intenso e deixou muitas lágrimas finíssimas na taça. No nariz apresenta aromas de frutas vermelhas como o morango e amoras além de toques florais bastante elegantes. Na boca possui taninos finos principalmente devido à Syrah e corpo sem muita estrutura lembrando um frutado simples de amoras, a acidez é agradável.
É um vinho pra se tomar sem compromisso, é fácil de beber sozinho mas pode acompanhar uma massa com um molho vermelho que se sai muito bem. Pra quem está iniciando na degustação de tintos esse é um ótimo vinho pra se iniciar os trabalhos.
É de cor vermelho rubi intenso e deixou muitas lágrimas finíssimas na taça. No nariz apresenta aromas de frutas vermelhas como o morango e amoras além de toques florais bastante elegantes. Na boca possui taninos finos principalmente devido à Syrah e corpo sem muita estrutura lembrando um frutado simples de amoras, a acidez é agradável.
É um vinho pra se tomar sem compromisso, é fácil de beber sozinho mas pode acompanhar uma massa com um molho vermelho que se sai muito bem. Pra quem está iniciando na degustação de tintos esse é um ótimo vinho pra se iniciar os trabalhos.
19 de novembro de 2013
La Vieil Homme, Bourgogne Passe-Tout-Grains 2009
Esse vinho é produzido pelas mãos de Laurent Dublanc na Borgonha. É um vinho produzido com as uvas Pinot Noir (70%) e Gamay (30%). É um vinho de denominação controlada Bourgogne Passe-Tout-Grain.A AOC Passe-Tout-Grains ocupa praticamente toda área da Borgonha. Seus vinhos devem ser produzidos com mais que 30% de Pinot Noir, mais que 15% de Gamay e é ainda permitido um proporção de até 15% de outras uvas como a Chardonnay, Pinot Blanc ou Pinot Gris.
É um vinho de cor rubi brilhante com reflexos violáceos, deixou elegantes lágrimas na taça. No nariz revelou aromas de frutas vermelhas como a framboesa e morango quase em compota e notas florais discretas mas muito elegantes. Na boca apresenta taninos também discretos e uma leve acidez além das frutas vermelhas e um leva baunilha no final da taça.
É um vinho pra ser tomado jovem, coisa que eu não respeitei, mas apesar disso, o vinho não apresentava evidências desse envelhecimento.
É um vinho que atrai o paladar feminino mais do que o masculino pela presença de duas uvas que praticamente se complementam apresentando o fruta e flor no nariz e pouquíssimos taninos na boca.
Pratos sem muitos condimentos combinam com esse vinho, uma massa com molhos pouco condimentados ou até mesmo uma carne branca mais condimentada aceitam esse ótimo vinho.
27 de setembro de 2013
Alto Pampas del Sur, Pinot Noir 2008
Vinho de cor vermelho rubi brilhante que deixaram lágrimas discretas na taça. Aroma bastante delicado e intenso de frutas vermelhas como cereja e framboesa e um final de flores do campo. É um vinho fresco e jovem com sabor de frutas vermelhas e toques de madeira e baunilha.
Não sou dos mais fãs de vinhos Pinot Noir produzidos em Mendoza na Argentina, acho Mendoza um pouco quente demais pra esse tipo de uva... Já tomei vinhos muito bons dessa uva vindos da Patagônia, mas esse foi uma surpresa agradável.
Foi degustado sozinho (quase um impropério), Dalton me fez companhia e bebeu praticamente todo o conteúdo da garrafa. Vinho de ótimo custo-benefício, combina muito bem com um uma massa com molho vermelho ou até um corte de bife sem muito condimento.
26 de setembro de 2013
Doña Paula, Estate Pinot Noir 2010
De cor vermelho rubi fosco deixou muita lágrima na taça. O aroma agradável de frutas vermelhas (amoras e framboesas) com um pouco de baunilha. Na boca é muito suave e poucos taninos e bem leve acidez deixando na boca com um gosto de baunilha no final do gole.
Foi degustado com uma lasanha a bolonhesa caprichadíssima da Artesanali Massas e Molhos e ficou muito bom, tirando elogios de amigos que não gostam dessa uva.
20 de setembro de 2013
Bueno Cuvée Prestige
É um espumante branco produzido com o corte das uvas Chardonnay (50%) e Pinot Noir (50%) de videiras plantadas no Vale dos Vinhedos pela vinícola Miolo especialmente para a Bueno Wine. É um espumante de denominação de origem (DO) do Vale dos Vinhedos.
É de cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Bolhas finas e intensas por todo tempo que o espumante ficou na taça. No nariz tem um início extremamente floral, intenso e delicado que com o tempo vai diminuindo (poderia ficar por muito mais tempo, pois é extremamente agradável) e trazendo um aroma mineral. Na boca é fresco, com muito mineral e deixou no fim uma sensação de boca seca, querendo mais!
É um espumante ideal para dias quentes, pois é muito fresco e desce fácil. Pode ser tomado sozinho ou em companhia de frutas, castanhas, patês e até comida japonesa.
Esse foi degustado como ator principal, sem nenhum acompanhamento e se saiu muito bem. O espumante reflete toda a qualidade Miolo, sendo muitíssimo agradável em todos os aspectos.
É de cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Bolhas finas e intensas por todo tempo que o espumante ficou na taça. No nariz tem um início extremamente floral, intenso e delicado que com o tempo vai diminuindo (poderia ficar por muito mais tempo, pois é extremamente agradável) e trazendo um aroma mineral. Na boca é fresco, com muito mineral e deixou no fim uma sensação de boca seca, querendo mais!
É um espumante ideal para dias quentes, pois é muito fresco e desce fácil. Pode ser tomado sozinho ou em companhia de frutas, castanhas, patês e até comida japonesa.
Esse foi degustado como ator principal, sem nenhum acompanhamento e se saiu muito bem. O espumante reflete toda a qualidade Miolo, sendo muitíssimo agradável em todos os aspectos.
7 de setembro de 2013
Salton, Evidence Brut
Esse espumante é preparado com 70% de uvas Chardonnay e 30% de uvas Pinot Noir pela vinícola Salton na Serra Gaúcha.
É um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, muitas bolhas finas durante todo o tempo que o espumante ficou na taça. Os aromas desse espumante destacam as frutas cítricas, notas de maçã e flores além do tradicional aroma tostado. De sabor elegante e cremoso de frutas cítricas como maçã e pêssego, mostrou um discreto mel no finalzinho.
É uma prova de que o sul do país deveria investir mais na fabricação de espumantes que tem uma qualidade altíssima. Esse espumante é bastante fresco e elegante. Ideal para tomar acompanhado de algum queijo ou salada.
É um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, muitas bolhas finas durante todo o tempo que o espumante ficou na taça. Os aromas desse espumante destacam as frutas cítricas, notas de maçã e flores além do tradicional aroma tostado. De sabor elegante e cremoso de frutas cítricas como maçã e pêssego, mostrou um discreto mel no finalzinho.
É uma prova de que o sul do país deveria investir mais na fabricação de espumantes que tem uma qualidade altíssima. Esse espumante é bastante fresco e elegante. Ideal para tomar acompanhado de algum queijo ou salada.
2 de setembro de 2013
Chandon, Délice
Pára tudo! Em plena segunda-feira e tomando espumante? Hoje pode, aniversário da Dona Helo, então pode! A delícia da vez, ou Délice, vem da Chandon Argentina. Considerada como o primeiro espumante a produzido na Argentina para ser tomado sozinho ou com gelo.
Produzido na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza na Argentina, esse espumante é fabricado com cortes das uvas Chardonnay, Pinot Noir, Petit Manseng e Semillon colhido tardiamente. O espumante é de cor amarelo dourado, com muitas bolhas, finas e constantes até o final do líquido na taça. No nariz trouxe frutas cítricas (maçã verde e abacaxi) mesclados com uma discreta presença de menta. Na boca é bastante doce, mas não é enjoativo, de começo adocicado lembrando maçã verde e final mais ácido, lembrando abacaxi.
A proposta da Chandon é consumi-la sob 3 diferentes formas: 1) sozinha, como fiz; 2) com muito gelo, que possa diluir o açúcar do espumante; 3) com gelo e folhas de manjericão, deixando-o mais fresco. Infelizmente não sobrou muito para as opções 2 e 3. A promessa da Chandon "Feel Fresh, Feel Délice" é real e o espumante é bem feito.
Produzido na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza na Argentina, esse espumante é fabricado com cortes das uvas Chardonnay, Pinot Noir, Petit Manseng e Semillon colhido tardiamente. O espumante é de cor amarelo dourado, com muitas bolhas, finas e constantes até o final do líquido na taça. No nariz trouxe frutas cítricas (maçã verde e abacaxi) mesclados com uma discreta presença de menta. Na boca é bastante doce, mas não é enjoativo, de começo adocicado lembrando maçã verde e final mais ácido, lembrando abacaxi.
A proposta da Chandon é consumi-la sob 3 diferentes formas: 1) sozinha, como fiz; 2) com muito gelo, que possa diluir o açúcar do espumante; 3) com gelo e folhas de manjericão, deixando-o mais fresco. Infelizmente não sobrou muito para as opções 2 e 3. A promessa da Chandon "Feel Fresh, Feel Délice" é real e o espumante é bem feito.
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30 de agosto de 2013
Veuve Clicquot, Yellow Label Brut
Esse champanhe francês é dominado pela uva Pinot Noir (50 a 55%), que dá estrutura e força, combinadas com o frescor e a finesse das uvas Chardonnay (15 a 20%) e Pinot Meunier (28 a 33%). É, sem dúvida, um dos champanhes mais famosos do mundo.
Produzido pela Maison Veuvet Clicquot Ponsardin na região de Reims (França), foi fundada em 1772 por Philippe Clicquot-Muiron, sua mulher Nicole-Barbe, que tornou-se viúva precocemente desempenhou um importante papel no estabelecimento do champanhe como bebida escolhida pela nobreza e pela rica burguesia europeia. Seu rosto austero estampa o cap da rolha, e seu rótulo amarelo alaranjado é facilmente reconhecido.
O champanhe é de cor amarelo dourando com bolhas finíssimas e persistentes, essa bolhas foram surgindo durante todo o tempo em que o líquido permaneceu na taça, como se a cada gole o champanhe estivesse acabado de ser aberto.
É um champagne criado a partir de um vinho poderoso e complexo de terroirs Premier Crus e Grand Crus, ele oferece uma rara persistência aromática, lembrando frutas cítricas como maçã e pera. Na boca abre um espetáculo de sabores: maçã, pera, baunilha. Elegante sem deixar de ser potente, é cremoso na boca.
Na indecisão sobre o que acompanhar e no medo de escolher algo que pudesse apagar o brilho desse champanhe, decidimos tomá-lo sozinho. Não me arrependo, pois é um champanhe que vale a cada gota.
Infelizmente não é um investimento barato, requer um certo desapego, mas que gosta desse tipo de vinho vai adorar. Esse foi comprado na França por um amigo, chegou por menos da metade do preço praticado nas lojas.
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15 de agosto de 2013
Cono Sur, Bicicleta Pinot Noir 2008
É o vinho da minha uva preferida, praticamente perfeito. É de cor vermelho púrpura claro, quase translúcido, límpido. No nariz é frutado com abuso de cerejas, amoras e ameixas, tudo isso com um toque defumado pra lá de elegante. Tem gente que ainda observa morangos e algumas outras frutas negras que não conheço direito. Na boca, as frutas diminuem de intensidade a um discreto tostado de especiarias com taninos bastante discretos e suaves, típicos dessa uva.
O que me fascina na Pinot Noir, é que atrás da sua suavidade e elegância há uma uva, que dizem os produtores ser chata demais, difícil de produzir e extremamente sensível a qualquer intempérie.
Essa uva é produzida num terroir de noites frias e manhãs com aquela neblina típica do inverno, sua colheita como não poderia ser diferente, é manual. Além disso, esse chileno fica descansando 60% em barris de carvalho e 40% em aço durante 8 meses.
Esse vinho foi tomado junto com camarões no bafo, vindos da cidade do meu cunhado Andy, Balneário Camboriú.
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O que me fascina na Pinot Noir, é que atrás da sua suavidade e elegância há uma uva, que dizem os produtores ser chata demais, difícil de produzir e extremamente sensível a qualquer intempérie.
Essa uva é produzida num terroir de noites frias e manhãs com aquela neblina típica do inverno, sua colheita como não poderia ser diferente, é manual. Além disso, esse chileno fica descansando 60% em barris de carvalho e 40% em aço durante 8 meses.
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