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3 de janeiro de 2014

Maison Perrin, Coudoulet de Beaucastel 2008

Esse vinho é produzido pela Maison Perrin et Fils no Vale do Rhône na França. Esse vinho é produzido com o corte das uvas Grenache (30%), Mourvèdre (30%), Syrah (20%) e Cinsault (20%).

Vinho de cor vermelho rubi intenso com reflexos violáceos, deixou muitas lágrimas na taça. No nariz os aromas intensos de frutas vermelhas maduras com destaque para a cereja, quase em ponto de geléia e delicadas notas de ervas, pimentas pretas e toques de trufas. Na boca é encorpado e elegante, confirmando as sensações aromáticas de frutas maduras. Taninos finos e aveludados com retrogosto longo e persistente.

Esse vinho tem denominação de origem controlada (AOC) Cotes-du-Rhone. Posso dizer que esse vinho é especial, muito bem feito nos aromas e no sabor, é um vinho para ocasiões especiais em todos os seus aspectos.

20 de dezembro de 2013

Maison Perrin, Les Cornuds, Visonbres 2006

Esse vinho é produzido pela competentíssima Maison Perrin no vale do Rhône francês. O produtor Domaine Perrin é proprietário do famoso Château du Beaucastel, que elabora o maravilhoso vinho do mesmo nome.

O Les Cornuds é feio com partes iguais de Syrah e Grenache. De cor vermelho púrpura, além de tingir a taça deixou lágrimas por toda a parede. Revelou um nariz complexo, grama molhada, tabaco, ervas e especiarias, além de uma boca equilibrada com a medida certa de taninos e acidez. É um grande vinho.

Tomei esse junto com um risoto de funghi em cestinha de queijo parmesão, desceu aveludado e charmoso. É um vinho que vale a pena se comprado pra uma grande ocasião.

5 de outubro de 2013

Perrin et Fil, Reserve Perrin 2007

Mais um ótimo vinho da Perrin et Fils, fabricado com as uvas Grenache, Mourvèdre e Syrah e de denominação de origem controlada (AOC) Côtes du Rhône.

Sou um dos maiores fãs do trabalho da Perrin et Fils que produz vinhos excelentes a preços honestos, entregando um pouco mais do que realmente valem e isto é um enorme diferencial para quem aprecia um bom vinho.

É um vinho de cor vermelho rubi com reflexo violáceos, deixou muitas lágrimas na taça que eram prontamente refeitas a cada gole. Os aromas de frutas negras como ameixas em compota, especiarias e caramelo logo foram abrindo caminho para notas mais tostadas. É um vinho de taninos bastante finos e controlados, com destaque para a fruta madura, as especiarias e um finalzinho de tabaco.

Tomei esse vinho junto com um Risoto de Presunto Parma e combinou bastante. É um vinho fácil de agradar, difícil encontrar alguma pessoa que não tenha gostado. Minha sugestão é harmonizá-lo com pratos que explorem temperos controlados e molhos mais finos.

É um legítimo espécime dessa região produtora de grandes vinhos na França e está muito acima de outros na mesma faixa de preços.

27 de setembro de 2013

Terranova Brut Rose

Foi a primeira vez que experimentei um espumante fora do circuito moscatel, chardonnay  e pinot noir. Ótima surpresa, sugestão do amigo Márcio Marson.

É um espumante produzido pela Miolo com uvas Grenache no Vale do Rio São Francisco no nordeste brasileiro. É a primeira vez que tomo um espumante com essa uva.

É um espumante de brut, com pouco açúcar (de 1 à 15 gramas por litro). A cor é de um róseo romã, com reflexos acobreados,  é o charme do espumante. As bolhas são constantes e finas. Permaneceram na taça até o final. O aroma desse espumante lembra flores em forte intensidade, fácil de perceber. Na boca tem uma leve acidez, amanteigado e de um gosto de fruta vermelha, morangos.

É um espumante gostoso e muito fresco, combina com pratos leve, frutas e saladas. Esse foi degustado com iscas de frango a passarinho e combinou muito bem.
Brasil

14 de setembro de 2013

Perrin et Fils, La Vieille Ferme 2009

Um dos vinhos que mais gosto de beber é esse francês do Vale do Rhône, produzido com o corte das uvas Carignan, Grenache e Syrah é um vinho bastante bom com um ótimo custo-benefício. É um vinho com o selo Appellation Côtes du Ventoux Contrólee.

A sua cor é vermelho púrpura profundo, com formação de lágrimas por toda a taça. Bastante frutado (frutas vermelhas maduras como cereja, cassis e ameixa) com toques de especiarias e tabaco. Na boca, concentrado e vivo, apresenta frutas vermelhas como o cassis e cerejas, o final lembrou derivados de petróleo.

É um vinho de pouca estrutura, não sendo recomendado para ser apreciado com pratos muito condimentados, mas é bastante gostoso até mesmo pra ser tomado sozinho. Existem as versão rose e branco, que ainda não tive oportunidade de experimentar.

Degustei pela primeira vez no Armazém Gourmet em Campinas acompanhado de um Risoto de Funghi com parmesão do chefe Élber e depois disso sempre que penso em algo especial me lembro do La Vieille Ferme.