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17 de dezembro de 2013

Latitud 33, Cabernet Sauvignon 2010

Esse vinho é produzido pela Bodegas Chandon na região de Mendoza na Argentina. Produzido com 100% de uvas Cabernet Sauvignon é um vinho bem básico, mas o custo benefício é muito atraente.

Lá em Pato, com a proximidade da fronteira com a Argentina seu preço é imbatível, acreditem você pagaria 9 reais num vinho? E se esse vinho fosse produzido pela Chandon? Não dá pra acreditar.

É um vinho simples e sem muitas pretensões, mas muito saboroso. É de cor vermelho rubi intenso, brilhante e deixou lágrimas na taça. No nariz traz aromas de frutas vermelhas como a framboesa e a cereja, além de um pouco a mais de álcool que some rapidinho. Na boca é um pouquinho alcoólico demais para o meu gosto, mas não chega a comprometer o vinho, que trás ainda o sabor das frutas vermelhas e um pouco de especiarias.

É um vinho que combina com molhos encorpados e carne. Esse foi tomado com polpetonni ao sugo e uma massa caseira e combinou, mas precisava de mais força no prato combinar ainda melhor.

13 de dezembro de 2013

Casa Valduga, Villa-Lobos Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2007

O Villa-Lobos é um vinho feito pra mostrar que no Brasil também se faz bons vinhos tintos. A Casa Valduga acertou em preparar esse vinho e homenagear um dos maiores ícones da música brasileira.

É um vinho produzido com 100% de uvas Cabernet Sauvignon, de cor vermelho rubi intenso e brilhante, deixou muitas lágrimas finas na taça. No nariz traz o aroma de cassis e especiarias característico da uva, além de um tostado que denuncia os 12 meses de descanso desse vinho em barricas de carvalho francês de primeiro uso. Na boca é potente, redondo, com acidez e taninos na medida certa além de um sabor elegante e frutado quase em compota com toques de especiarias, baunilha e chocolates. Com algum tempo em taça os aromas tornaram-se mais vivos e complexos.

É um excelente vinho, vem em caixas de madeira queimada homenageando o músico, cada garrafa vem embrulhada em uma seda branca contendo a partitura de sua obra prima Bachianas Brasileiras. É um vinho muito bom.

5 de novembro de 2013

Viu Manent, Reserva Malbec 2011

Apesar do rótulo mencionar Malbec esse vinho é um corte das uvas Malbec (98%) e Cabernet Sauvignon (2%). É produzido pela vinícola chilena Viu Manent no Vale do Colchagua.

É um vinho de coloração vermelho rubi brilhante, deixou lágrimas discretas na taça. No nariz lembrou frutas vermelhas com pouca presença de ameixa e notas florais muito agradáveis. Não revelou a presença de tostados pronunciados. Parte deste vinho (20%) estagiou em carvalho americano de segundo e terceiro uso por 5 meses. Na boca mostrou uma acidez gostosa e frutas negras como a ameixa e amoras com leve presença de taninos.

É um vinho leve que pode ser tomado sozinho, bem diferente dos estruturados Malbecs argentinos. Mas também combina com uma massa de molho leve ou uma carne pouco condimentada.

1 de novembro de 2013

Eral Bravo, Cabernet Sauvignon 2008

Pode parecer bobagem mas sempre deu certo... Argentino, alta graduação alcoólica, vinho tinto... Pede decânter.

Com esse argentino de Mendoza não foi diferente, uma hora de decânter e o álcool inicialmente aparente sumiu deixando um bouquet maravilhoso.

Esse vinho de cor vermelho rubi brilhante deixou lágrimas na taça. Com paciência identifiquei vários aromas como de frutas vermelhas como a cereja e o cassis, além de pimentão e especiarias. Na boca a uva Cabernet Sauvignon tem uma entrada agradável de fruta vermelha, como disse um amigo, parece aquelas balas vermelhas, o meio ligeiramente mais fraco e com um pouquinho de amargor e o final mais fruta e notas tostadas.

É um grande vinho que vale a degustação, esse acompanhou carne de cordeiro grelhada na churrasqueira em papelotes de papel alumínio e molho de hortelã. Qual a sua combinação?

29 de outubro de 2013

Chateau Haut-Gaudin, Premières Côtes de Bordeaux 2003

Esse é um Grand Vin de Bordeaux, produzido pela Vignobles Dubourg com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. É um um vinho com apelação de origem controlada de Premières Côtes de Bordeaux.

É um vinho de cor vermelho rubi intenso, deixou muitas lágrimas na taça. No nariz mostrou aromas de frutas negras como a ameixa e a amora. Na boca é volumoso, frutado e com enormes quantidade de tabaco e couro.

É um vinho um pouco melhor dos que os outros que andei tomando de Bordeaux, mas que devem estar ainda muito distantes dos Gran Crus.

Esse foi tomado com carne de cordeiro assada e combinou bem até demais, o vinho acabou rapidinho.

O custo benefício desse vinho também foi muito bom, infelizmente não encontrei mais nos mercados que freqüento em Campinas.

19 de outubro de 2013

Eral Bravo, Urano Cabernet Sauvignon 2009

Outro ótimo vinho da vinícola argentina Eral Bravo. 

Produzido com uvas Cabernet Sauvignon da região de Lujan de Cuyo, esse vinho é de cor vermelho rubi intenso, com reflexos violáceos. O forte no seu aroma são as amoras quase em compota e um final de baunilha muito agradável. Na boca é jovem e razoavelmente estruturado com fruta negra, tostados e notas de especiarias.

O que me chamou muito a atenção nesse vinho é o equilíbrio entre os taninos e a acidez, tudo feito com muito cuidado pensando em agradar quem bebe.

Esse foi degustado junto com um bife de ancho preparado pela Heloísa, sensacional a combinação.

14 de outubro de 2013

Chateau Villotte, Bordeaux Supérieur 2010

Vinho produzido na região de Bordeaux feito com corte da uvas Merlot (80%), Cabernet Sauvignon (10%) e Cabernet Franc (10%).

Tem a classificação Grand Vin de Bordeaux, com apelação de origem Bordeaux Superieur. Contudo, não é um vinho de estruturas muito complexas, mas é bem agradável e fácil de beber. É um vinho de entrada para outros Bordeaux mais estruturados produzidos nessa região.

É de cor vermelho púrpura e bastante untoso na taça, os aromas são de frutas vermelhas e leve presença de especiarias. Na boca é saboroso, mas pouco encorpado.

É um vinho pra quem quer começar a conhecer Bordeaux sem ter que desembolsar muito dinheiro. Esse tomamos com um strogonoff de carne e arroz branco, combinou mas por ser um Bordeaux Supérieur achei que iria me causar um espanto maior.

11 de outubro de 2013

Salton, Talento 2009

Vinho produzido do corte das uvas Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat, é um dos melhores vinhos produzidos pela Vinícola Salton que já tomei.

É um vinho de cor vermelho púrpura com reflexos violáceos, bastante untoso,  deixando muitas lágrimas na taça. No nariz mostrou muita fruta negra (amoras e ameixas), tostados de baunilha e toques de especiarias. Seu sabor é de média complexidade com frutas negras (amoras e ameixas), especiarias e toques de tabaco tostado denunciando os 12 meses que passa em barricas novas de carvalho francês.

Ao contrário do que ouvi por aí, achei um excelente vinho, ponto, mas o preço é requer garimpo, girando de módicos R$42 (encontrado em S. J. do Rio Preto num supermercado de bairro) até exorbitantes R$129. Esse vinho é uma edição limitada a 30 mil garrafas, foi nas safras 2002 e 2004 um dos tintos mais premiados conquistando medalha de Ouro no IV Concurso Internacional de Vinhos do Brasil. Degustei ele pela primeira vez na IV Mostra Internacional de Vinhos de Campinas no stand da Salton.

2 de outubro de 2013

Eral Bravo, YBS 2005

Vinho tinto de corte produzido com as uvas Malbec (60%) e Cabernet Sauvignon (40%) pela Bodegas Eral em Mendoza, Argentina.

A marca Eral Bravo é da família Sánchez Nieto, responsável pelos vinhos Nieto Sanetiner (Don Nicanor Nieto) e o nome Eral vem dos touros ainda jovens e criados para touradas. O nome faz jus ao vinho.

Esse vinho denominado YBS (years barrel selection) é de cor vermelho púrpura, grosso e brilhante. Tingiu imediatamente a taça. Muitíssimo florado no nariz com toques marcantes de baunilha e especiarias. Explosão intensa de frutas negras iguais as compotas de amora e ameixas negras, lembrou muito as geleias.

A graduação alcóolica gira em torno de 14% e requer um acompanhamento de peso para extrair todo o potencial do seu sabor.

Apesar do preço um pouco salgado é um grande vinho que deve ser apreciado com um carne de corte argentino ou até mesmo um churrasco brasileiro. Enfim, é um grande vinho.

1 de outubro de 2013

Chateau Carignan, L'Orangerie de Carignan 2009

Esse francês é um Gran Vin de Bordeaux produzido pelo Chateau Carignan, que a história deixo para contar depois com mais detalhes.

É um vinho produzido pelo corte das uvas Merlot (60%), Cabernet Sauvignon (20%) e Cabernet Franc (20%), não passa por madeira, o tornando mais leve e somente frutado.

É um vinho de cor vermelho rubi brilhante, marcou a taça com lágrimas. Possui aromas frescos de frutas negras, seus aromas são típicos de vinhos produzidos na região de Bordeaux. Na boca tem força e um ótimo corpo, lembrando frutas maduras de amora.

É um excelente vinho pra se tomar e pra ser iniciado nos vinhos de Bordeaux. Esse foi degustado junto com amigos e algumas torradas com patê.

Agora um pouco de história, o Chateau Carignan é um majestoso castelo do século XI que foi oferecido pelo Rei Charles VII a Jean Poton de Xaintrailles, que lutava ao lado de Joana d'Arc na famosa Guerra dos 100 Anos.

18 de setembro de 2013

Susana Balbo, Signature Cabernet Sauvignon 2011

Esse vinho é produzido pela mais emblemática "winemakers"da Argentina, Susana Balbo. Já conhecia outros rótulos da Suzana Balbo, mas esse está em outro patamar. Esse vinho é um corte da uva Cabernet Sauvignon (90%) com a uva Merlot Malbec (10%), mas o rótulo cria a falsa impressão de que um varietal da Cabernet Sauvignon.

O Susana Balbo Signature é púrpura, espelhado e denso, não chega a tingir a taça, mas cria muitas lágrimas finíssimas. O aroma de frutas negras (amoras e ameixas) em compota é bom, mas muda rápido para o figo, a baunilha, caramelo e madeira tostada. Na boca é muito bom, potente, apesar de ser um vinho que precisa de um corpo maior, mas apresentou muita fruta madura (amoras e ameixas), com um final mais apimentado.

Repousa por 13 meses em barricas 80% carvalho francês novo e 20% carvalho francês de segundo uso, o que reflete no aroma de madeira tostada e no gosto final de pimenta e especiarias.

É um vinho para ser tomado com uma carne vermelha grelhada, imaginei os bifes de contra-filé argentino feitos no braseiro da churrasqueira!! Ficaria bom demais!

5 de setembro de 2013

Château de L'Hoste Blanc, Bordeaux Supérieur 2009

Esse vinho é preparado com o corte das uvas Merlot (60%), Cabernet Sauvignon (20%) e Cabernet Franc (20%). De nacionalidade francesa, esse vinho é um vinho de AOC (apelação de origem controlada) Bordeaux Supérieur.

É um vinho de cor vermelho púrpura com reflexos violetas, deixou algumas lágrimas na taça, mas nada de extraordinário nesse quesito. No nariz, mostrou fruta negra madura, quase uma compota e constante madeira, no final do vinho, abriu um delicioso aroma de baunilha e um pouco de caça. Na boca é seco, faz com que a saliva natural da boca suma de imediato, mostra frutas negras maduras e um pouco de especiarias.

É um vinho básico francês, bem feito e honesto, com ótimo custo-benefício. Pra quem quer começar a tomar vinhos da região de Bordeaux, é um bom início. Esse foi degustado com massa e um peixe relativamente forte, não destoou e agradou bastante.

Bordeaux Supérieur é uma denominação de origem controlada da região de Bordeaux na França que engloba tanto tintos quanto brancos. Os tintos são um pouco mais alcoólicos do que os Bordeaux padrão e são envelhecido em carvalho por no mínimo 12 meses são produzidos pelas uvas clássicas de Bordeaux como Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Carmenere, Merlot, Malbec e Petit Verdot, tendendo a serem mais saborosos e complexos do que os Bordeaux. Os brancos tem maiores níveis de açúcar residual do que os brancos padrão de Bordeaux, são produzidos pelas castas Sauvignon Branc, Sauvignon Gris, Semillon e Moscato.

25 de agosto de 2013

Quinta da Bacalhoa, Cabernet Sauvignon 2005

Esse Cabernet Sauvignon português da Terra do Sado tem denominação de origem controlada DOC Setubal, e de cara posso dizer que é um baita de um vinho.

Vermelho púrpura intenso, brilhante e com muitas lágrimas na taça. Aroma bastante complexo de frutas vermelhas (amoras e ameixas), especiárias e baunilha. Na boca mostrou estrutura e complexidade, com taninos macios, sabor de frutas vermelhas (amoras e ameixas) em explosão com toques de baunilha e chocolate.

Um vinho com muito potencial de guarda, considerado um dos melhores vinhos da Quinta da Bacalhôa, ganhou medalha de ouro na Wine Challenge de Londres em 2009. Vinho bem no estilo clássico Cabernet Sauvignon com muita fruta e especiaria. Harmonizados com Bacalhau à Gomes de Sá durante uma degustação de vinhos portugueses da Quinta da Bacalhoa.

24 de agosto de 2013

Falesco, Vitiano IGT, 2010

Esse vinho italiano é da região de Umbria, com o selo IGT (indicação geográfica típica). É produzido com o corte das uvas Merlot (33%), Sangiovese (33%) e Cabernet Sauvignon (33%).

Vinho de cor rubi brilhante que deixa muitas lágrimas na taça. O aroma é de frutas vermelhas e carvalho na medida certa. Na boca é untuoso e bastante viscoso, o começo é bastante frutado e tem um final seco e potente com sabor de especiarias, ligeiramente ácido.

É um vinho jovem com uma explosão de aroma de frutas vermelhas e madeira. Tem uma certa complexidade, mas não atraiu demais a atenção.

O custo dele é um pouco alto, o que o deixa menos atraente numa análise de custo-benefício, mas é um ótimo vinho. Esse foi degustado com o amigo Dalton durante a degustação de vinhos italianos.

23 de agosto de 2013

PKNT, Cabernet Sauvignon 2007

Marketing é tudo! Tenho uma certa queda por alimentos e bebidas que apelam no marketing, balinhas que prometem congelar a língua, bebidas que te dão asas, e agora, um vinho com uma baita pimenta no rótulo. Leitor, te juro, não iria comprar esse vinho se não fosse o apelo da pimenta no rótulo do vinho!

Ao tirar o laminado que cobre a rolha, a primeira surpresa, a rolha completamente vermelha - outra dose de marketing e não era só vermelha, tinha a mesma pimenta pintada em preto na rolha. Se era pra mexer com vontade, acertaram em cheio.

Esse vinho produzido com uvas Cabernet Sauvignon pela Vinícola Terraustral chilena, mais precisamente de vinhas do Vale Central. É um vinho de vermelho rubi intenso e brilhante. No nariz apresentou aromas de frutas vermelhas bem maduras (ameixas e amoras) com um toque charmoso de especiarias. Na boca teve um inicio discreto com toques frutados e bastante picante no final, bem característico das uvas Cabernet Sauvignon.

Faltou um pouco de expressão no início desse vinho e procurei pelas frutas sugeridas pelo produtor, mas infelizmente não encontrei. Achei a propaganda mais bem feita do que o produto que pelo que mostrou poderia ser um pouco mais barato.

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18 de agosto de 2013

Torres, Mas La Plana Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2007

Esse vinho é elaborado com uvas Cabernet Sauvignon da região espanhola de Penedès, diga-se de passagem que essa uva vem de um seleto vinhedo exclusivamente para esse vinho. Já dá pra perceber que a coisa aqui é séria.

Vinho de cor vermelho púrpura com muitas lágrimas na taça. No nariz é intrigante e cheio de nuances frutadas (amoras e ameixas), madeira elegante e florais. Na boca, bastante complexo com uma explosão de frutas maduras, quase uma compota e madeira tendo um final de especiarias (pimenta), tudo isso muito aveludado e persistente, com taninos poderosos e um grande poder de guarda.

É o vinho mais emblemático da Bodega Torres, também chamado de Gran Coronas Mas La Plana, ganhou na safra de 1971 de vinhos como o Chateau Latour em uma degustação à cegas.

Esse foi degustado com torradas e cortes de presunto Pata Negra na degustação de vinhos espanhóis que participei.

16 de agosto de 2013

Bodegas del Fin del Mundo, Ventus Patagonia 2010

Esse vinho é fabricado pela vinícola Bodegas del Fin del Mundo, na Patagônia argentina, mais precisamente no Vale do Neuquén e é uma assemblage (vinho feito com a mistura de vinhos de diferentes) das uvas Cabernet Sauvignon, Malbec e Merlot.

É um vinho de cor vermelho púrpura, límpido e brilhante. O aroma de início frutado (ameixas e amoras) dá lugar, depois de descansado à baunilha tostada e às especiarias. Na boca o início é bastante frutado, o meio é forte e seco e o final é picante. O entendimento dessa mistura de uvas deu ao vinho uma estrutura interessante que vale a pena ser conferida.

Os vinhos produzidos pela Bodegas del Fin del Mundo nunca me decepcionaram e primam pelo bom vinho, preços módicos e bastante sinceridade naquilo que fazem, esses elogios não transformam esse vinho num grande vinho, mas tenta dizer que pelo preço e pela proposta é um bom vinho de até 30 reais, melhor que muitos vinhos famosos de 30 a 50 reais.

Experimentamos esse vinho em companhia de um Capeletti ao Molho Bolonhesa no restaurante Artesanali Massas e Molhos e combinou muito bem.

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11 de agosto de 2013

Quinta da Bacalhoa, Meia Pipa 2007

Este vinho é produzido pela Quinta da Bacalhoa, em Terras do Sado, região de DOC de Setubal em Portugal.

Vinho elaborado com todo o capricho e com os cortes das uvas Cabernet Sauvignon, Castelão e Syrah.


De cor vermelho rubi brilhante, untuoso, que deixou agradáveis lágrimas na taça. Seu aroma é de frutas vermelhas (groselha e amoras) com toques mentolados. Na boca os taninos são bastante equilibrados, deixando uma agradável secura com sabor de fruta madura e levemente apimentado.


O gosto de frutas vermelhas acompanhado com a pimenta característica da uva Cabernet Sauvignon é bastante agradável, o vinho é corpulento, seco e persistente na boca. Tem um bom custo-benefício e acompanhou muito bem o Bacalhau à Gomes de Sá.

7 de agosto de 2013

Valdorella, Chianti 2006

É um vinho italiano da região da Toscana. É feito com um corte das uvas Sangiovese, Canaiolo, Malvásia, Merlot e Cabernet Sauvignon.

De de cor vermelho rubi brilhante e translúcido. Com aroma de frutas vermelhas frescas (ameixa e framboesa), especiarias e um tostadinho de baunilha, principalmente quando o vinho fica por muito tempo descansando dentro da taça. Vinho de início doce e com um final com mais taninos, porém muito elegante, frutas vermelhas (ameixa e framboesa) bastante presentes, bem como toques de especiarias (principalmente pimentas) no final com bastante persistência.

A sigla D.O.C.G. no rótulo da garrafa  quer dizer Denominazione di Origi Controllata e indica o padrão italiano para controle de qualidade dos vinhos.

Esse Chiante da Valdorella é um vinho bem gostoso e elegante na boca, de aroma bastante frutado e intenso, pode ser encontrado facilmente em um bom supermercado e combinou muito bem com um macarrão ao sugo sem pretensões. Em Campinas, com a Heloísa.