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12 de novembro de 2013

Poggio del Sasso, Sangiovese 2009

É um vinho produzido pela Cantina Montalcino utilizando 100% de uvas Sangiovese, como manda a lei e tradição da indicação geográfica da Toscana na Itália.

Diferente de outros Sangioveses que havia tomando esse é um vinho com alta acidez, o que não quer dizer que é um vinho forte, é um vinho que causa uma natural salivação que por sua vez aguça mais os sabores dos alimentos.

É um vinho de cor rubi brilhante, deixou lágrimas na taça. No nariz provou que as cerejas e ameixas são seu forte seguido de notas de baunilha depois de algum tempo na taça. Não é um vinho cujo aroma é o forte, mas o conjunto dos pequenos aromas o deixa interessante. Na boca é ácido, porém elegante, com presença forte das frutas negras como a ameixa e um final com toques de especiarias.

Apesar de estar bem atrás dos Rossos e Brunellos é um vinho justo pelo preço pago e é uma indicação pra quem quer iniciar nos vinhos da Toscana.

Esse foi degustado com uma pasta al dente con salsa di pomodoro e combinou muito bem.

6 de outubro de 2013

Luigi Maffini, Klèos 2005

Ganhei uma garrafa desse vinho de um amigo que foi trabalhar na Itália durante um tempo, comprou por lá, mesmo sem gostar de vinho. Presente bom, que abri sem muita guarda.

Produzido com a mistura das uvas Anglianico, Piedirosso e Sangiovese, esse vinho tem IGT (Indicazione Geografica Tipica) do Paestum (Campanha) na região sul da Itália, mais precisamente na região de Nápoles (ao redor do monte Vesúvio).

É um vinho de cor vermelho pálido com reflexos em âmbar, denunciando sua idade quase avançada, por sorte meu amigo deve ter guardado bem. O aroma lembrou cereja e toques de caramelo tostados, denunciando o uso de carvalho na sua fabricação, deixando um caramelo ou açúcar queimado agradável, na boca é seco e apresenta toques de especiarias muito bons.

É um vinho normal, começa bem mas termina mais fino com pouca estrutura. Esse acompanhou um espagueti à bolonhesa e se saiu bem.

29 de setembro de 2013

Porrona, Montecucco Sangiovese 2009

É um vinho da região italiana da Toscana, tendo denominação de origem controlada (DOC) Montecucco. É um vinho produzido com 85% de uvas Sangiovese, 10% de uvas Petit Verdot e 5% de uvas Alicante.

É um vinho de vermelho rubi intenso, brilhante, quase púrpura. Deixou lágrimas finas na taça e a tingiu com uma fina camada vermelho rubi. Apresentou aromas de fruta madura em compota e madeira tostada, no final apareceu o caramelo tostado. Na boca é frutado com ameixa, especiarias e caramelo tostado.

Apesar do nome Sangiovese estar em letras garrafais, é um corte de Sangiovese com outras uvas. Esse vinho passa por um estágio em carvalho durante 12 meses, o que deixa o mesmo com toques tostados de madeira muito pronunciados.

Esse foi tomado direto da máquina Enomatic, sem acompanhamento. Mas é um vinho que se encaixa com comida italiana, presuntos e antepastos.

24 de agosto de 2013

Falesco, Vitiano IGT, 2010

Esse vinho italiano é da região de Umbria, com o selo IGT (indicação geográfica típica). É produzido com o corte das uvas Merlot (33%), Sangiovese (33%) e Cabernet Sauvignon (33%).

Vinho de cor rubi brilhante que deixa muitas lágrimas na taça. O aroma é de frutas vermelhas e carvalho na medida certa. Na boca é untuoso e bastante viscoso, o começo é bastante frutado e tem um final seco e potente com sabor de especiarias, ligeiramente ácido.

É um vinho jovem com uma explosão de aroma de frutas vermelhas e madeira. Tem uma certa complexidade, mas não atraiu demais a atenção.

O custo dele é um pouco alto, o que o deixa menos atraente numa análise de custo-benefício, mas é um ótimo vinho. Esse foi degustado com o amigo Dalton durante a degustação de vinhos italianos.

7 de agosto de 2013

Valdorella, Chianti 2006

É um vinho italiano da região da Toscana. É feito com um corte das uvas Sangiovese, Canaiolo, Malvásia, Merlot e Cabernet Sauvignon.

De de cor vermelho rubi brilhante e translúcido. Com aroma de frutas vermelhas frescas (ameixa e framboesa), especiarias e um tostadinho de baunilha, principalmente quando o vinho fica por muito tempo descansando dentro da taça. Vinho de início doce e com um final com mais taninos, porém muito elegante, frutas vermelhas (ameixa e framboesa) bastante presentes, bem como toques de especiarias (principalmente pimentas) no final com bastante persistência.

A sigla D.O.C.G. no rótulo da garrafa  quer dizer Denominazione di Origi Controllata e indica o padrão italiano para controle de qualidade dos vinhos.

Esse Chiante da Valdorella é um vinho bem gostoso e elegante na boca, de aroma bastante frutado e intenso, pode ser encontrado facilmente em um bom supermercado e combinou muito bem com um macarrão ao sugo sem pretensões. Em Campinas, com a Heloísa.