Apesar do rótulo mencionar Malbec esse vinho é um corte das uvas Malbec (98%) e Cabernet Sauvignon (2%). É produzido pela vinícola chilena Viu Manent no Vale do Colchagua.
É um vinho de coloração vermelho rubi brilhante, deixou lágrimas discretas na taça. No nariz lembrou frutas vermelhas com pouca presença de ameixa e notas florais muito agradáveis. Não revelou a presença de tostados pronunciados. Parte deste vinho (20%) estagiou em carvalho americano de segundo e terceiro uso por 5 meses. Na boca mostrou uma acidez gostosa e frutas negras como a ameixa e amoras com leve presença de taninos.
É um vinho leve que pode ser tomado sozinho, bem diferente dos estruturados Malbecs argentinos. Mas também combina com uma massa de molho leve ou uma carne pouco condimentada.
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5 de novembro de 2013
12 de outubro de 2013
Otero Ramos, Extramuros Gran Reserva Malbec 2007
Se me perguntarem pelos 5 melhores vinhos que já tomei, o Extramuros Gran Reserva Malbec está entre esses 5. É soberbo!
Um vinho produzido na Argentina, mais precisamente na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza pela Bodegas Otero Ramos, que conseguiu extrair toda personalidade dessa uva quem tem seu maior potencial na Argentina.
É um vinho que estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso, o que por si só já coloca o vinho num alto patamar de qualidade.
É um vinho de cor rubi com reflexos violáceos, tingiu a taça deixando lágrimas por toda a borda da taça. No nariz traz tantos aromos que é até difícil descrevê-los, flores, ameixa em compota, baunilha, chocolate... Sensacional é pouco. Na boca é encorpado e elegante, frutas negras como a ameixa e a amora madura explodem em meio a baunilha levemente tostada. É redondo, maduro, longo e equilibrado na boca.
Opções de harmonização com esse vinho podem ser infinitas, carnes suculentas, entrecôtes, churrascos, mas sugiro somente uma torrada ou um pãozinho do tipo italiano pra não comprometer tudo de bom que esse vinho tem. Por isso tudo, esse vinho é um dos 5 melhores que já tomei e recomendo.
Um vinho produzido na Argentina, mais precisamente na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza pela Bodegas Otero Ramos, que conseguiu extrair toda personalidade dessa uva quem tem seu maior potencial na Argentina.
É um vinho que estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso, o que por si só já coloca o vinho num alto patamar de qualidade.
É um vinho de cor rubi com reflexos violáceos, tingiu a taça deixando lágrimas por toda a borda da taça. No nariz traz tantos aromos que é até difícil descrevê-los, flores, ameixa em compota, baunilha, chocolate... Sensacional é pouco. Na boca é encorpado e elegante, frutas negras como a ameixa e a amora madura explodem em meio a baunilha levemente tostada. É redondo, maduro, longo e equilibrado na boca.
Opções de harmonização com esse vinho podem ser infinitas, carnes suculentas, entrecôtes, churrascos, mas sugiro somente uma torrada ou um pãozinho do tipo italiano pra não comprometer tudo de bom que esse vinho tem. Por isso tudo, esse vinho é um dos 5 melhores que já tomei e recomendo.
3 de outubro de 2013
Finca Roja, Malbec 2010
É um vinho de cor vermelho púrpura bastante untuoso que deixou a taça bastante tingida e lágrimas em abundância. O aroma de grama molhada foi facilmente reconhecido bem como o mel e o tabaco. Na primeira metade, na boca foi delicado com taninos controlados, mostrando frutas negras em compota, mas da segunda metade pra frente ficou mais seco e picante mostrando especiarias. Senti que faltou um pouco de persistência no final de boca. É um vinho mediano em todos os aspectos, mas isso não quer dizer que não valha a pena.
Tem um ótimo custo-benefício quando se pensa num Malbecão argentino. Precisa de acompanhamento potente pra se garantir, não é um vinho que tomaria sozinho. Carnes vermelhas como vitelo e churrasco fazem esse vinho se mostrar melhor ainda. Foi degustado com cordeiro assado na churrasqueira e não comprometeu.
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2 de outubro de 2013
Eral Bravo, YBS 2005
Vinho tinto de corte produzido com as uvas Malbec (60%) e Cabernet Sauvignon (40%) pela Bodegas Eral em Mendoza, Argentina.
A marca Eral Bravo é da família Sánchez Nieto, responsável pelos vinhos Nieto Sanetiner (Don Nicanor Nieto) e o nome Eral vem dos touros ainda jovens e criados para touradas. O nome faz jus ao vinho.
Esse vinho denominado YBS (years barrel selection) é de cor vermelho púrpura, grosso e brilhante. Tingiu imediatamente a taça. Muitíssimo florado no nariz com toques marcantes de baunilha e especiarias. Explosão intensa de frutas negras iguais as compotas de amora e ameixas negras, lembrou muito as geleias.
A graduação alcóolica gira em torno de 14% e requer um acompanhamento de peso para extrair todo o potencial do seu sabor.
Apesar do preço um pouco salgado é um grande vinho que deve ser apreciado com um carne de corte argentino ou até mesmo um churrasco brasileiro. Enfim, é um grande vinho.
A marca Eral Bravo é da família Sánchez Nieto, responsável pelos vinhos Nieto Sanetiner (Don Nicanor Nieto) e o nome Eral vem dos touros ainda jovens e criados para touradas. O nome faz jus ao vinho.
Esse vinho denominado YBS (years barrel selection) é de cor vermelho púrpura, grosso e brilhante. Tingiu imediatamente a taça. Muitíssimo florado no nariz com toques marcantes de baunilha e especiarias. Explosão intensa de frutas negras iguais as compotas de amora e ameixas negras, lembrou muito as geleias.
A graduação alcóolica gira em torno de 14% e requer um acompanhamento de peso para extrair todo o potencial do seu sabor.
Apesar do preço um pouco salgado é um grande vinho que deve ser apreciado com um carne de corte argentino ou até mesmo um churrasco brasileiro. Enfim, é um grande vinho.
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29 de setembro de 2013
Alta Vista, Premium Malbec 2009
Esse Malbec de Luján de Cuyo em Mendoza, na Argentina é produzido pela Bodega Altavista e passa 12 meses em barricas de carvalho francês e americano, o que lhe dá toques de baunilha e até menta no nariz e na boca, além da característica explosão de fruta negra como amoras e ameixas.
Na taça é vermelho púrpura (quase sangue) que além de tingir a taça de imediato, cria filetes de lágrimas vermelhas.
É um vinho untuoso e forte traz fruta madura, amoras em compota e um final tostado e com leve álcool. Não é um vinho pra se beber sozinho, requer um acompanhamento à altura.
Foi degustado com um filé ao forno, mas percebi que poderia acompanhar um prato mais forte e talvez até um pouco mais gorduroso, pode ser até um pecado digno de inquisição, mas lembrei daqueles costelões gaúchos.
27 de agosto de 2013
Norton, Malbec DOC 2009
Esse argentino é produzido em Mendoza na região de Lujan de Cuyo com a uva Malbec.
É um vinho de coloração púrpura com reflexos violáceos, deixou a taça repleta de lágrimas grossas. No nariz apresentou frutas vermelhas maduras (amoras, ameixas e baunilha) bastante aparentes, saltou ao nariz o carvalho do seu envelhecimento, e um pouquinho a mais de álcool do que eu esperava, mas não comprometeu esse bom vinho. Na boca tem corpo, fruta negra e taninos. Achei esse vinho um pouco "picante" demais, não é um vinho pra tomar sozinho, precisa de pratos fortes e suculentos pra abrir todo seu potencial, sendo reservado para próximas experiências com comidas que requerem potência.
A primeira vez foi acompanhado de uma massa com molho a bolonhesa e infelizmente sobrou taninos, da segunda vez foi com carne de porco assada que combinou muito bem.
Sou um dos fãs dos vinhos da Bodegas Norton, que marcou o início das minhas experiências enogastronômicas. No Brasil, os preços não são dos melhores, girando em torno de 50 reais, pra quem vai pra Argentina a coisa fica na casa dos módicos 20 reais.
Esse vinho é um dos poucos Malbecs argentinos a ter a denominação de origem controlada DOC, os outros são Nieto Senetiner DOC, Luigi Bosca DOC e Lagarde DOC.
É um vinho de coloração púrpura com reflexos violáceos, deixou a taça repleta de lágrimas grossas. No nariz apresentou frutas vermelhas maduras (amoras, ameixas e baunilha) bastante aparentes, saltou ao nariz o carvalho do seu envelhecimento, e um pouquinho a mais de álcool do que eu esperava, mas não comprometeu esse bom vinho. Na boca tem corpo, fruta negra e taninos. Achei esse vinho um pouco "picante" demais, não é um vinho pra tomar sozinho, precisa de pratos fortes e suculentos pra abrir todo seu potencial, sendo reservado para próximas experiências com comidas que requerem potência.
A primeira vez foi acompanhado de uma massa com molho a bolonhesa e infelizmente sobrou taninos, da segunda vez foi com carne de porco assada que combinou muito bem.
Sou um dos fãs dos vinhos da Bodegas Norton, que marcou o início das minhas experiências enogastronômicas. No Brasil, os preços não são dos melhores, girando em torno de 50 reais, pra quem vai pra Argentina a coisa fica na casa dos módicos 20 reais.
Esse vinho é um dos poucos Malbecs argentinos a ter a denominação de origem controlada DOC, os outros são Nieto Senetiner DOC, Luigi Bosca DOC e Lagarde DOC.
Se chegou até aqui, comente, critique, curta!
17 de agosto de 2013
Catena Zapata, Alamos Malbec 2010
Sabadão é dia do planejamento da semana que vai começar, dia de ir ao mercado, de comprar comida pronta e rápida. Neste não foi diferente e na pauta do almoço um belo joelho de porco (Einsbein) com risoto milanes. Para combinar com o peso do prato, nada melhor que um Malbec argentino.
O escolhido foi o Alamos produzido pela vinícola Catena Zapata de Mendoza na Argentina. É um vinho feito com uvas Malbec, vermelho púrpura intenso, com reflexos violetas que deixou algumas poucas lágrimas na taça, achei que fosse tingir a taça, mas não. No nariz tinha fruta negra como amoras e um pouco de baunilha, achei que seria de um frutado mais intenso. Na boca é uma cópia do que foi evidenciado no nariz, fruta negra, baunilha e no final um pouco de especiarias.
Achei que em se tratando de Catena Zapata, o Alamos, poderia ser algo mais surpreendente, mas é apenas um bom vinho, um Malbec de preço justo e com uma proposta honesta.
Com o Einsbein se deu muito bem, cortando a gordura da carne com seus taninos, deixando a fruta mais em evidência, valeu a escolha.
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O escolhido foi o Alamos produzido pela vinícola Catena Zapata de Mendoza na Argentina. É um vinho feito com uvas Malbec, vermelho púrpura intenso, com reflexos violetas que deixou algumas poucas lágrimas na taça, achei que fosse tingir a taça, mas não. No nariz tinha fruta negra como amoras e um pouco de baunilha, achei que seria de um frutado mais intenso. Na boca é uma cópia do que foi evidenciado no nariz, fruta negra, baunilha e no final um pouco de especiarias.
Achei que em se tratando de Catena Zapata, o Alamos, poderia ser algo mais surpreendente, mas é apenas um bom vinho, um Malbec de preço justo e com uma proposta honesta.
Com o Einsbein se deu muito bem, cortando a gordura da carne com seus taninos, deixando a fruta mais em evidência, valeu a escolha.
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16 de agosto de 2013
Bodegas del Fin del Mundo, Ventus Patagonia 2010
Esse vinho é fabricado pela vinícola Bodegas del Fin del Mundo, na Patagônia argentina, mais precisamente no Vale do Neuquén e é uma assemblage (vinho feito com a mistura de vinhos de diferentes) das uvas Cabernet Sauvignon, Malbec e Merlot.
É um vinho de cor vermelho púrpura, límpido e brilhante. O aroma de início frutado (ameixas e amoras) dá lugar, depois de descansado à baunilha tostada e às especiarias. Na boca o início é bastante frutado, o meio é forte e seco e o final é picante. O entendimento dessa mistura de uvas deu ao vinho uma estrutura interessante que vale a pena ser conferida.
Os vinhos produzidos pela Bodegas del Fin del Mundo nunca me decepcionaram e primam pelo bom vinho, preços módicos e bastante sinceridade naquilo que fazem, esses elogios não transformam esse vinho num grande vinho, mas tenta dizer que pelo preço e pela proposta é um bom vinho de até 30 reais, melhor que muitos vinhos famosos de 30 a 50 reais.
Experimentamos esse vinho em companhia de um Capeletti ao Molho Bolonhesa no restaurante Artesanali Massas e Molhos e combinou muito bem.
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É um vinho de cor vermelho púrpura, límpido e brilhante. O aroma de início frutado (ameixas e amoras) dá lugar, depois de descansado à baunilha tostada e às especiarias. Na boca o início é bastante frutado, o meio é forte e seco e o final é picante. O entendimento dessa mistura de uvas deu ao vinho uma estrutura interessante que vale a pena ser conferida.
Os vinhos produzidos pela Bodegas del Fin del Mundo nunca me decepcionaram e primam pelo bom vinho, preços módicos e bastante sinceridade naquilo que fazem, esses elogios não transformam esse vinho num grande vinho, mas tenta dizer que pelo preço e pela proposta é um bom vinho de até 30 reais, melhor que muitos vinhos famosos de 30 a 50 reais.
Experimentamos esse vinho em companhia de um Capeletti ao Molho Bolonhesa no restaurante Artesanali Massas e Molhos e combinou muito bem.
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11 de agosto de 2013
Altos Las Hormigas, Clássico Malbec 2010
Esse Malbec, argentino do Vale do Uco, foi presente do meu sogro Lourenço, em uma das suas vindas à Campinas. Presente de sogro desse naipe sempre é bem vindo e o genro sempre gosta.
O Altos Las Hormigas é um vinho para ser degustado na companhia de uma carne vermelha, essa combinação faria Baco lamber até os beiços.
É um vinho de cor vermelho rubi escuro, quase negro, denso e untuoso, não permitiu que a luz atravessasse seu corpo. Deixou muitas lágrimas, tingindo toda a taça. A uva Malbec envelhecida em tonéis de Carvalho exalou um aroma forte e agradável de mel e baunilha tostados junto com todas as frutas características da casta. Na boca é potente, mas não é agressivo, bastante frutado e deixou a boca seca. Vale a experiência.
Para quem tem costume de comprar vinhos direto da Argentina é uma ótima opção pois por lá uma garrafa dessas não sai mais do que módicos 18 ou 20 reais. Abrimos esse com um prato de filé mignon ao molho de queijo Gorgonzola, mas fiquei imaginando num bife de corte portenho.
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O Altos Las Hormigas é um vinho para ser degustado na companhia de uma carne vermelha, essa combinação faria Baco lamber até os beiços.
É um vinho de cor vermelho rubi escuro, quase negro, denso e untuoso, não permitiu que a luz atravessasse seu corpo. Deixou muitas lágrimas, tingindo toda a taça. A uva Malbec envelhecida em tonéis de Carvalho exalou um aroma forte e agradável de mel e baunilha tostados junto com todas as frutas características da casta. Na boca é potente, mas não é agressivo, bastante frutado e deixou a boca seca. Vale a experiência.
Para quem tem costume de comprar vinhos direto da Argentina é uma ótima opção pois por lá uma garrafa dessas não sai mais do que módicos 18 ou 20 reais. Abrimos esse com um prato de filé mignon ao molho de queijo Gorgonzola, mas fiquei imaginando num bife de corte portenho.
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6 de agosto de 2013
Las Perdices, Malbec 2010
Esse vinho ganhei de presente do primo Dunga, apreciador de vinhos lá de Pato Branco, no Paraná. Já estava guardado na adeguinha fazia um bom tempo, vale então a nota: guardado, mas não esquecido.
É um vinho varietal Malbec argentino, de cor púrpura com reflexos em violeta, denso e untuoso, deixou lágrimas na taça, mas na verdade mesmo tingiu bastante ela. No nariz tem muita amora em compota e baunilha, denunciando seu envelhecimento em Carvalho, na boca é potente e elegante, com taninos bastante maduros e muito frutado.
Sozinho chega a ser agressivo, precisa de um acompanhamento à altura e quando tem, mostra por que é um grande vinho. A graduação alcoólica dele é de 14,5% que fez as bochechas ficarem verdadeiras maçãs maduras, isso logo na primeira taça.
Tomamos sem compromisso junto com um risoto, faltou potência ao prato e sobrou taninos ao vinho, mas ainda assim nada que fosse deselegante ao paladar. O ruim é o preço praticado desse vinho no Brasil, encontrei outro dia a mais de 70 reais a garrafa, o que espanta a grande maioria.
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É um vinho varietal Malbec argentino, de cor púrpura com reflexos em violeta, denso e untuoso, deixou lágrimas na taça, mas na verdade mesmo tingiu bastante ela. No nariz tem muita amora em compota e baunilha, denunciando seu envelhecimento em Carvalho, na boca é potente e elegante, com taninos bastante maduros e muito frutado.
Sozinho chega a ser agressivo, precisa de um acompanhamento à altura e quando tem, mostra por que é um grande vinho. A graduação alcoólica dele é de 14,5% que fez as bochechas ficarem verdadeiras maçãs maduras, isso logo na primeira taça.
Tomamos sem compromisso junto com um risoto, faltou potência ao prato e sobrou taninos ao vinho, mas ainda assim nada que fosse deselegante ao paladar. O ruim é o preço praticado desse vinho no Brasil, encontrei outro dia a mais de 70 reais a garrafa, o que espanta a grande maioria.
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