Esse foi um dos primeiros vinhos americanos que tomei. É um vinho do Vale do Napa na Califórnia produzido com as castas Zinfandel (outro nome para a uva Primitivo), Merlot e Moscato.
Sua cor é um rosa pálido. No nariz é frutado com morangos maduros e melões facilmente identificados, além de outras notas cítricas. Na boca é muito fresco de acidez controlada e sabor frutado, o sabor dos morangos foram persistentes e agradáveis do primeiro ao último gole.
É um vinho que combina com o verão, com pratos leves como peixes e antepastos mais delicados e menos temperados.
Infelizmente vinhos americanos chegam no Brasil por preços praticamente inacessíveis, mas esse encontrei por um pouco mais de 50 reais que valeram a pena.
Mostrando postagens com marcador merlot. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador merlot. Mostrar todas as postagens
8 de novembro de 2013
29 de outubro de 2013
Chateau Haut-Gaudin, Premières Côtes de Bordeaux 2003
É um vinho de cor vermelho rubi intenso, deixou muitas lágrimas na taça. No nariz mostrou aromas de frutas negras como a ameixa e a amora. Na boca é volumoso, frutado e com enormes quantidade de tabaco e couro.
É um vinho um pouco melhor dos que os outros que andei tomando de Bordeaux, mas que devem estar ainda muito distantes dos Gran Crus.
Esse foi tomado com carne de cordeiro assada e combinou bem até demais, o vinho acabou rapidinho.
O custo benefício desse vinho também foi muito bom, infelizmente não encontrei mais nos mercados que freqüento em Campinas.
14 de outubro de 2013
Chateau Villotte, Bordeaux Supérieur 2010
Vinho produzido na região de Bordeaux feito com corte da uvas Merlot (80%), Cabernet Sauvignon (10%) e Cabernet Franc (10%).Tem a classificação Grand Vin de Bordeaux, com apelação de origem Bordeaux Superieur. Contudo, não é um vinho de estruturas muito complexas, mas é bem agradável e fácil de beber. É um vinho de entrada para outros Bordeaux mais estruturados produzidos nessa região.
É de cor vermelho púrpura e bastante untoso na taça, os aromas são de frutas vermelhas e leve presença de especiarias. Na boca é saboroso, mas pouco encorpado.
É um vinho pra quem quer começar a conhecer Bordeaux sem ter que desembolsar muito dinheiro. Esse tomamos com um strogonoff de carne e arroz branco, combinou mas por ser um Bordeaux Supérieur achei que iria me causar um espanto maior.
Marcadores:
cabernet franc,
cabernet sauvignon,
de 30 a 50 reais,
frança,
merlot,
vinho tinto
11 de outubro de 2013
Salton, Talento 2009
É um vinho de cor vermelho púrpura com reflexos violáceos, bastante untoso, deixando muitas lágrimas na taça. No nariz mostrou muita fruta negra (amoras e ameixas), tostados de baunilha e toques de especiarias. Seu sabor é de média complexidade com frutas negras (amoras e ameixas), especiarias e toques de tabaco tostado denunciando os 12 meses que passa em barricas novas de carvalho francês.
Ao contrário do que ouvi por aí, achei um excelente vinho, ponto, mas o preço é requer garimpo, girando de módicos R$42 (encontrado em S. J. do Rio Preto num supermercado de bairro) até exorbitantes R$129. Esse vinho é uma edição limitada a 30 mil garrafas, foi nas safras 2002 e 2004 um dos tintos mais premiados conquistando medalha de Ouro no IV Concurso Internacional de Vinhos do Brasil. Degustei ele pela primeira vez na IV Mostra Internacional de Vinhos de Campinas no stand da Salton.
Marcadores:
brasil,
cabernet sauvignon,
de 50 a 100 reais,
merlot,
tannat,
vinho tinto
1 de outubro de 2013
Chateau Carignan, L'Orangerie de Carignan 2009
Esse francês é um Gran Vin de Bordeaux produzido pelo Chateau Carignan, que a história deixo para contar depois com mais detalhes.
É um vinho produzido pelo corte das uvas Merlot (60%), Cabernet Sauvignon (20%) e Cabernet Franc (20%), não passa por madeira, o tornando mais leve e somente frutado.
É um vinho de cor vermelho rubi brilhante, marcou a taça com lágrimas. Possui aromas frescos de frutas negras, seus aromas são típicos de vinhos produzidos na região de Bordeaux. Na boca tem força e um ótimo corpo, lembrando frutas maduras de amora.
É um excelente vinho pra se tomar e pra ser iniciado nos vinhos de Bordeaux. Esse foi degustado junto com amigos e algumas torradas com patê.
Agora um pouco de história, o Chateau Carignan é um majestoso castelo do século XI que foi oferecido pelo Rei Charles VII a Jean Poton de Xaintrailles, que lutava ao lado de Joana d'Arc na famosa Guerra dos 100 Anos.
É um vinho produzido pelo corte das uvas Merlot (60%), Cabernet Sauvignon (20%) e Cabernet Franc (20%), não passa por madeira, o tornando mais leve e somente frutado.
É um vinho de cor vermelho rubi brilhante, marcou a taça com lágrimas. Possui aromas frescos de frutas negras, seus aromas são típicos de vinhos produzidos na região de Bordeaux. Na boca tem força e um ótimo corpo, lembrando frutas maduras de amora.
É um excelente vinho pra se tomar e pra ser iniciado nos vinhos de Bordeaux. Esse foi degustado junto com amigos e algumas torradas com patê.
Agora um pouco de história, o Chateau Carignan é um majestoso castelo do século XI que foi oferecido pelo Rei Charles VII a Jean Poton de Xaintrailles, que lutava ao lado de Joana d'Arc na famosa Guerra dos 100 Anos.
Marcadores:
cabernet franc,
cabernet sauvignon,
de 50 a 100 reais,
frança,
merlot,
vinho tinto
18 de setembro de 2013
Susana Balbo, Signature Cabernet Sauvignon 2011
Esse vinho é produzido pela mais emblemática "winemakers"da Argentina, Susana Balbo. Já conhecia outros rótulos da Suzana Balbo, mas esse está em outro patamar. Esse vinho é um corte da uva Cabernet Sauvignon (90%) com a uva Merlot Malbec (10%), mas o rótulo cria a falsa impressão de que um varietal da Cabernet Sauvignon.
O Susana Balbo Signature é púrpura, espelhado e denso, não chega a tingir a taça, mas cria muitas lágrimas finíssimas. O aroma de frutas negras (amoras e ameixas) em compota é bom, mas muda rápido para o figo, a baunilha, caramelo e madeira tostada. Na boca é muito bom, potente, apesar de ser um vinho que precisa de um corpo maior, mas apresentou muita fruta madura (amoras e ameixas), com um final mais apimentado.
Repousa por 13 meses em barricas 80% carvalho francês novo e 20% carvalho francês de segundo uso, o que reflete no aroma de madeira tostada e no gosto final de pimenta e especiarias.
É um vinho para ser tomado com uma carne vermelha grelhada, imaginei os bifes de contra-filé argentino feitos no braseiro da churrasqueira!! Ficaria bom demais!
O Susana Balbo Signature é púrpura, espelhado e denso, não chega a tingir a taça, mas cria muitas lágrimas finíssimas. O aroma de frutas negras (amoras e ameixas) em compota é bom, mas muda rápido para o figo, a baunilha, caramelo e madeira tostada. Na boca é muito bom, potente, apesar de ser um vinho que precisa de um corpo maior, mas apresentou muita fruta madura (amoras e ameixas), com um final mais apimentado.
Repousa por 13 meses em barricas 80% carvalho francês novo e 20% carvalho francês de segundo uso, o que reflete no aroma de madeira tostada e no gosto final de pimenta e especiarias.
É um vinho para ser tomado com uma carne vermelha grelhada, imaginei os bifes de contra-filé argentino feitos no braseiro da churrasqueira!! Ficaria bom demais!
5 de setembro de 2013
Château de L'Hoste Blanc, Bordeaux Supérieur 2009
É um vinho de cor vermelho púrpura com reflexos violetas, deixou algumas lágrimas na taça, mas nada de extraordinário nesse quesito. No nariz, mostrou fruta negra madura, quase uma compota e constante madeira, no final do vinho, abriu um delicioso aroma de baunilha e um pouco de caça. Na boca é seco, faz com que a saliva natural da boca suma de imediato, mostra frutas negras maduras e um pouco de especiarias.
É um vinho básico francês, bem feito e honesto, com ótimo custo-benefício. Pra quem quer começar a tomar vinhos da região de Bordeaux, é um bom início. Esse foi degustado com massa e um peixe relativamente forte, não destoou e agradou bastante.
Bordeaux Supérieur é uma denominação de origem controlada da região de Bordeaux na França que engloba tanto tintos quanto brancos. Os tintos são um pouco mais alcoólicos do que os Bordeaux padrão e são envelhecido em carvalho por no mínimo 12 meses são produzidos pelas uvas clássicas de Bordeaux como Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Carmenere, Merlot, Malbec e Petit Verdot, tendendo a serem mais saborosos e complexos do que os Bordeaux. Os brancos tem maiores níveis de açúcar residual do que os brancos padrão de Bordeaux, são produzidos pelas castas Sauvignon Branc, Sauvignon Gris, Semillon e Moscato.
Marcadores:
cabernet franc,
cabernet sauvignon,
de 30 a 50 reais,
frança,
merlot,
vinho tinto
24 de agosto de 2013
Falesco, Vitiano IGT, 2010
Esse vinho italiano é da região de Umbria, com o selo IGT (indicação geográfica típica). É produzido com o corte das uvas Merlot (33%), Sangiovese (33%) e Cabernet Sauvignon (33%).
Vinho de cor rubi brilhante que deixa muitas lágrimas na taça. O aroma é de frutas vermelhas e carvalho na medida certa. Na boca é untuoso e bastante viscoso, o começo é bastante frutado e tem um final seco e potente com sabor de especiarias, ligeiramente ácido.
É um vinho jovem com uma explosão de aroma de frutas vermelhas e madeira. Tem uma certa complexidade, mas não atraiu demais a atenção.
O custo dele é um pouco alto, o que o deixa menos atraente numa análise de custo-benefício, mas é um ótimo vinho. Esse foi degustado com o amigo Dalton durante a degustação de vinhos italianos.
Vinho de cor rubi brilhante que deixa muitas lágrimas na taça. O aroma é de frutas vermelhas e carvalho na medida certa. Na boca é untuoso e bastante viscoso, o começo é bastante frutado e tem um final seco e potente com sabor de especiarias, ligeiramente ácido.
É um vinho jovem com uma explosão de aroma de frutas vermelhas e madeira. Tem uma certa complexidade, mas não atraiu demais a atenção.
O custo dele é um pouco alto, o que o deixa menos atraente numa análise de custo-benefício, mas é um ótimo vinho. Esse foi degustado com o amigo Dalton durante a degustação de vinhos italianos.
Marcadores:
cabernet sauvignon,
de 50 a 100 reais,
itália,
merlot,
sangiovese,
vinho tinto
22 de agosto de 2013
Pizzato, Fausto Merlot Rosé 2008
Vinho de cor rosa salmão brilhante, límpido. Ao abrir os aromas de morangos, framboesas e outras frutas vermelhas é bem marcante, na boca é fresco e jovem com predominância dos sabores de morango e goiaba.
As uvas Merlot que compõem esse vinho são plantadas na cidade de Dois Lageados, que fica a cerca de 50 km de distância do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha.
No processo de produção a uva não passa pelo processo de moagem, o que confere ao vinho maior limpidez e uma acidez mais acentuada, fazendo com que o ponto forte desse vinho é a jovialidade e o frescor da fruta vermelha e a leve acidez que tornam esse vinho ótimo para o dia-a-dia. É um vinho para acompanhar pratos leves ou mesmo ser tomado sozinho.
Esse vinho foi degustado com uma torta de camarão do famoso Citybar de Campinas e desceu muito bem, acredito que pela leveza e pela acidez esse vinho possa combinar com outros pratos mais complexos como por exemplo um strogonoff.
O custo-benefício desse vinho também é seu ponto forte, pois é encontrado em casas especializadas por menos de 30 reais.
Encontre mais no Facebook.
As uvas Merlot que compõem esse vinho são plantadas na cidade de Dois Lageados, que fica a cerca de 50 km de distância do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha.
No processo de produção a uva não passa pelo processo de moagem, o que confere ao vinho maior limpidez e uma acidez mais acentuada, fazendo com que o ponto forte desse vinho é a jovialidade e o frescor da fruta vermelha e a leve acidez que tornam esse vinho ótimo para o dia-a-dia. É um vinho para acompanhar pratos leves ou mesmo ser tomado sozinho.
Esse vinho foi degustado com uma torta de camarão do famoso Citybar de Campinas e desceu muito bem, acredito que pela leveza e pela acidez esse vinho possa combinar com outros pratos mais complexos como por exemplo um strogonoff.
O custo-benefício desse vinho também é seu ponto forte, pois é encontrado em casas especializadas por menos de 30 reais.
Encontre mais no Facebook.
16 de agosto de 2013
Bodegas del Fin del Mundo, Ventus Patagonia 2010
Esse vinho é fabricado pela vinícola Bodegas del Fin del Mundo, na Patagônia argentina, mais precisamente no Vale do Neuquén e é uma assemblage (vinho feito com a mistura de vinhos de diferentes) das uvas Cabernet Sauvignon, Malbec e Merlot.
É um vinho de cor vermelho púrpura, límpido e brilhante. O aroma de início frutado (ameixas e amoras) dá lugar, depois de descansado à baunilha tostada e às especiarias. Na boca o início é bastante frutado, o meio é forte e seco e o final é picante. O entendimento dessa mistura de uvas deu ao vinho uma estrutura interessante que vale a pena ser conferida.
Os vinhos produzidos pela Bodegas del Fin del Mundo nunca me decepcionaram e primam pelo bom vinho, preços módicos e bastante sinceridade naquilo que fazem, esses elogios não transformam esse vinho num grande vinho, mas tenta dizer que pelo preço e pela proposta é um bom vinho de até 30 reais, melhor que muitos vinhos famosos de 30 a 50 reais.
Experimentamos esse vinho em companhia de um Capeletti ao Molho Bolonhesa no restaurante Artesanali Massas e Molhos e combinou muito bem.
Me acompanhe também no Facebook.
É um vinho de cor vermelho púrpura, límpido e brilhante. O aroma de início frutado (ameixas e amoras) dá lugar, depois de descansado à baunilha tostada e às especiarias. Na boca o início é bastante frutado, o meio é forte e seco e o final é picante. O entendimento dessa mistura de uvas deu ao vinho uma estrutura interessante que vale a pena ser conferida.
Os vinhos produzidos pela Bodegas del Fin del Mundo nunca me decepcionaram e primam pelo bom vinho, preços módicos e bastante sinceridade naquilo que fazem, esses elogios não transformam esse vinho num grande vinho, mas tenta dizer que pelo preço e pela proposta é um bom vinho de até 30 reais, melhor que muitos vinhos famosos de 30 a 50 reais.
Experimentamos esse vinho em companhia de um Capeletti ao Molho Bolonhesa no restaurante Artesanali Massas e Molhos e combinou muito bem.
Me acompanhe também no Facebook.
Marcadores:
argentina,
cabernet sauvignon,
de 20 a 30 reais,
malbec,
merlot,
vinho tinto
8 de agosto de 2013
Tsantali, Halkidiki 2007
Pra quem vivia tomando vinho argentino era a hora de mudar, e que mudança. Esse vinho tem um nome difícil de pronunciar, quase um trava-língua. Repetido 3 vezes de maneira rápida e sucessiva é quase um teste.
É um vinho de cor vermelho terracota vivo, quase cor de telha. Aroma de frutas vermelhas frescas com maior presença do morango e alguma outra coisa que prontamente me lembrou das latas de figo abertas pela minha mãe quando chegava visita em casa. Na boca foi suave e de taninos maduros e calmos, uma característica da uva Limnio (uma uva autóctone muito antiga e várias vezes mencionadas por Aristóteles em seus escritos).
Foi comprado na curiosidade, pois essa é a minha primeira garrafa grega. Foi uma ótima surpresa, com custo-benefício muito bom. Harmonizado com cordeiro grelhado surpreendeu na comparação direta com um touriga nacional português. Degustado em Campinas com a Heloísa, Aparecida e os amigos Dalton e Lúcia.
7 de agosto de 2013
Valdorella, Chianti 2006
É um vinho italiano da região da Toscana. É feito com um corte das uvas Sangiovese, Canaiolo, Malvásia, Merlot e Cabernet Sauvignon.
De de cor vermelho rubi brilhante e translúcido. Com aroma de frutas vermelhas frescas (ameixa e framboesa), especiarias e um tostadinho de baunilha, principalmente quando o vinho fica por muito tempo descansando dentro da taça. Vinho de início doce e com um final com mais taninos, porém muito elegante, frutas vermelhas (ameixa e framboesa) bastante presentes, bem como toques de especiarias (principalmente pimentas) no final com bastante persistência.
A sigla D.O.C.G. no rótulo da garrafa quer dizer Denominazione di Origi Controllata e indica o padrão italiano para controle de qualidade dos vinhos.
Esse Chiante da Valdorella é um vinho bem gostoso e elegante na boca, de aroma bastante frutado e intenso, pode ser encontrado facilmente em um bom supermercado e combinou muito bem com um macarrão ao sugo sem pretensões. Em Campinas, com a Heloísa.
De de cor vermelho rubi brilhante e translúcido. Com aroma de frutas vermelhas frescas (ameixa e framboesa), especiarias e um tostadinho de baunilha, principalmente quando o vinho fica por muito tempo descansando dentro da taça. Vinho de início doce e com um final com mais taninos, porém muito elegante, frutas vermelhas (ameixa e framboesa) bastante presentes, bem como toques de especiarias (principalmente pimentas) no final com bastante persistência.
A sigla D.O.C.G. no rótulo da garrafa quer dizer Denominazione di Origi Controllata e indica o padrão italiano para controle de qualidade dos vinhos.
Esse Chiante da Valdorella é um vinho bem gostoso e elegante na boca, de aroma bastante frutado e intenso, pode ser encontrado facilmente em um bom supermercado e combinou muito bem com um macarrão ao sugo sem pretensões. Em Campinas, com a Heloísa.
Marcadores:
cabernet sauvignon,
canaiolo,
de 30 a 50 reais,
itália,
malvásia,
merlot,
sangiovese,
vinho tinto
Assinar:
Postagens (Atom)










