Esse foi um dos primeiros vinhos americanos que tomei. É um vinho do Vale do Napa na Califórnia produzido com as castas Zinfandel (outro nome para a uva Primitivo), Merlot e Moscato.
Sua cor é um rosa pálido. No nariz é frutado com morangos maduros e melões facilmente identificados, além de outras notas cítricas. Na boca é muito fresco de acidez controlada e sabor frutado, o sabor dos morangos foram persistentes e agradáveis do primeiro ao último gole.
É um vinho que combina com o verão, com pratos leves como peixes e antepastos mais delicados e menos temperados.
Infelizmente vinhos americanos chegam no Brasil por preços praticamente inacessíveis, mas esse encontrei por um pouco mais de 50 reais que valeram a pena.
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8 de novembro de 2013
15 de outubro de 2013
Les Saintes, Muscat de Rivesaltes 2003
Esse é um vinho de contemplação, daqueles que você tem que tomar sozinho depois de um almoço dos deuses ou junto de uma sobremesa. Contemplação foi o estado que fiquei após degustar esse vinho.
É um vinho produzido com a uva Moscato por Jean-Luc Colombo na região francesa do Languedoc. Estagia por 12 meses em barrica de carvalho e é comercializado em garrafas de 500ml.
É um vinho de cor amarelo dourado brilhante, espesso, untuoso, pastoso na consistência. Aroma de casca de tangerina, de damasco e toques de mel e especiarias. Na boca é doce, untuoso, com fruta cítrica e pouquíssima acidez, toques terrosos e permanece na boca por muito tempo.
Tem a apelação de origem controlada Muscat de Rivesaltes (Vin Doux Naturel). É ideal para o consumo com queijos azuis como o Roquefort e o Gorgonzola, por incrível que pareça foi a primeira vez que consegui comer um queijo gorgonzola sozinho e fiquei impressionado com a combinação.
É um vinho produzido com a uva Moscato por Jean-Luc Colombo na região francesa do Languedoc. Estagia por 12 meses em barrica de carvalho e é comercializado em garrafas de 500ml.
É um vinho de cor amarelo dourado brilhante, espesso, untuoso, pastoso na consistência. Aroma de casca de tangerina, de damasco e toques de mel e especiarias. Na boca é doce, untuoso, com fruta cítrica e pouquíssima acidez, toques terrosos e permanece na boca por muito tempo.
Tem a apelação de origem controlada Muscat de Rivesaltes (Vin Doux Naturel). É ideal para o consumo com queijos azuis como o Roquefort e o Gorgonzola, por incrível que pareça foi a primeira vez que consegui comer um queijo gorgonzola sozinho e fiquei impressionado com a combinação.
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29 de agosto de 2013
Torres, Viña Esmeralda 2008
Este vinho é um corte das uvas Moscato (85%) e da uva Gewurztraminer (15%) produzido pela Bodegas Torres da Espanha. É um vinho DO (denominação de origem) da Catalunya.
É um vinho de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, no nariz é fresco, traz rosas e frutas cristalizadas em alta intensidade, segundo o produtor, é o aroma do Mediterrâneo. Na boca é leve e suave, com açúcar residual da uva Moscato, maçã e mel foram facilmente identificadas, o que o torna o muitíssimo agradável e equilibrado, com acidez moderada.
É um vinho de verão, leve e rápido.
Esse foi degustado inicialmente sozinho e desceu rápido e fácil, mas sumiu quando harmonizou uma salada de vieiras com espuma de laranja do chef Elber, faltou acidez pra domar a salada.
Definitivamente não é um vinho para tímidos apesar de ter seus encantos! O custo benefício é bastante atraente quando se fala em vinhos espanhóis, esse saiu por volta de 40 reais.
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É um vinho de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, no nariz é fresco, traz rosas e frutas cristalizadas em alta intensidade, segundo o produtor, é o aroma do Mediterrâneo. Na boca é leve e suave, com açúcar residual da uva Moscato, maçã e mel foram facilmente identificadas, o que o torna o muitíssimo agradável e equilibrado, com acidez moderada.
É um vinho de verão, leve e rápido.
Esse foi degustado inicialmente sozinho e desceu rápido e fácil, mas sumiu quando harmonizou uma salada de vieiras com espuma de laranja do chef Elber, faltou acidez pra domar a salada.
Definitivamente não é um vinho para tímidos apesar de ter seus encantos! O custo benefício é bastante atraente quando se fala em vinhos espanhóis, esse saiu por volta de 40 reais.
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23 de agosto de 2013
Salton, Espumante Moscatel
Sexta é dia de celebrar o fim da semana de trabalho, celebrar a saúde da família e dos amigos, nada melhor do que começar com um espumante mais doce. A minha dica para começar bem é um nacional produzido pela vinícola Salton.
Esse espumante é elaborado com a uva Moscato utilizando o Método Asti que é o mesmo usado para a produção de espumantes doces na Itália.
Este espumante é de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, a perlage (as bolhas) são intensas e de tamanho médio, no nariz traz fruta cítrica e depois de algum tempo também apareceu damasco. É leve e desce fácil, mostrando boa acidez e um doce muito convidativo.
Tem um ótimo custo-benefício e combina com muitos petiscos, saladas e frutas. Esse foi degustado junto com algumas frutas.
Método Asti. O nome vem de uma região demarcada (DOC) da Itália, onde é produzido com uva Moscato, assim com essa espumante. Consiste de uma única fermentação em grandes recipientes, que é interrompida quando se atinge de 7% a 10% de álcool, deixando açúcares residuais da ordem de 80 gramas por litro (10 vezes mais que um espumante Brut). O resultado é aromático e pouco alcoólico, e obviamente bastante doce.
Esse espumante é elaborado com a uva Moscato utilizando o Método Asti que é o mesmo usado para a produção de espumantes doces na Itália.
Este espumante é de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, a perlage (as bolhas) são intensas e de tamanho médio, no nariz traz fruta cítrica e depois de algum tempo também apareceu damasco. É leve e desce fácil, mostrando boa acidez e um doce muito convidativo.
Tem um ótimo custo-benefício e combina com muitos petiscos, saladas e frutas. Esse foi degustado junto com algumas frutas.
Método Asti. O nome vem de uma região demarcada (DOC) da Itália, onde é produzido com uva Moscato, assim com essa espumante. Consiste de uma única fermentação em grandes recipientes, que é interrompida quando se atinge de 7% a 10% de álcool, deixando açúcares residuais da ordem de 80 gramas por litro (10 vezes mais que um espumante Brut). O resultado é aromático e pouco alcoólico, e obviamente bastante doce.
16 de agosto de 2013
Ponto Nero, Moscatel
Indo direto ao assunto dos espumantes com preço de até R$ 50, esse sem muita dúvida é o melhor dele, e te garanto que essa opinião não é só minha. É prova de que o Brasil faz espumantes competentes do mesmo nível de outros países mais tradicionais nessa arte.
Não me lembro em que ocasião fui apresentado a esse espumante, mas gostei dele no primeiro gole. É feito com muito capricho pela Domno, um braço da Casa Valduga. Esse capricho pode ser comprovado desde a abertura da garrafa.
É um espumante bastante suave e combina com pratos leves, saladas ou mesmo para um tintim sem acompanhamentos.
Produzido com a uva moscato, é um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, apresenta bolhas muito finas e muito persistentes. No nariz é agradável com presença de frutas cítricas como o abacaxi e um pouco de maçã. Na boca é doce, com a acidez equilibrada e bastante agradável.
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Não me lembro em que ocasião fui apresentado a esse espumante, mas gostei dele no primeiro gole. É feito com muito capricho pela Domno, um braço da Casa Valduga. Esse capricho pode ser comprovado desde a abertura da garrafa.
É um espumante bastante suave e combina com pratos leves, saladas ou mesmo para um tintim sem acompanhamentos.
Produzido com a uva moscato, é um espumante de cor amarelo palha com reflexos esverdeados, apresenta bolhas muito finas e muito persistentes. No nariz é agradável com presença de frutas cítricas como o abacaxi e um pouco de maçã. Na boca é doce, com a acidez equilibrada e bastante agradável.
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11 de agosto de 2013
Maison Perrin, Muscat Beaumes de Venise 2006
Esse é um vinho diferente, um vinho de contemplação, daqueles vinhos que você toma pouquinho, ou tenta tomar pouquinho, junto com uma sobremesa ou mesmo com um bom chocolate. É um vinho fortificado, com 15% de álcool, produzido por uma das minhas casas favoritas, a Maison Perrin & Fils.
Elaborado com uvas Moscato no Vale do Rhône na França, é extremamente elegante.
Ao seu preparo é adicionado uma porção de álcool vínico, interrompendo o processo de fermentação (que é a transformação do açúcar da uva em álcool pelas leveduras) e deixando o vinho com um alto resíduo de açúcar e obviamente mais alcoólico.
A denominação AOC Muscat Beaumes de Venise é uma denominação de origem controlada dos vinhos produzidos na região sul do Vale do Rhône francês, que determina a produção de vinhos doces fortificados do tipo vin doux naturel (ou vinho doce natural).
Esse vinho é de cor amarelo ouro, bastante brilhante e translúcido, é muito denso, deixando a trilha de lágrimas na taça. No nariz explode o aroma de doce de laranja em calda, depois de um tempo na taça lembram o aroma do panetone natalino recém saído do forno, aquele cheirinho de fruta cristalizada quente. Na boca lembra o mel só que menos adocicado e com toques de menta, leve na acidez mantendo a alta persistência do gosto na boca, isso tudo sem ser enjoativo.
Como não podia ser diferente, o que é bom, custa caro, a garrafa de 500ml é comercializada por cerca de 170 reais, mas vale a dica principalmente para aqueles que gostam de vinhos fortificados e são desapegados. Esse foi degustado com um bombom da tradicional marca Lindt.
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Ao seu preparo é adicionado uma porção de álcool vínico, interrompendo o processo de fermentação (que é a transformação do açúcar da uva em álcool pelas leveduras) e deixando o vinho com um alto resíduo de açúcar e obviamente mais alcoólico.
A denominação AOC Muscat Beaumes de Venise é uma denominação de origem controlada dos vinhos produzidos na região sul do Vale do Rhône francês, que determina a produção de vinhos doces fortificados do tipo vin doux naturel (ou vinho doce natural).
Esse vinho é de cor amarelo ouro, bastante brilhante e translúcido, é muito denso, deixando a trilha de lágrimas na taça. No nariz explode o aroma de doce de laranja em calda, depois de um tempo na taça lembram o aroma do panetone natalino recém saído do forno, aquele cheirinho de fruta cristalizada quente. Na boca lembra o mel só que menos adocicado e com toques de menta, leve na acidez mantendo a alta persistência do gosto na boca, isso tudo sem ser enjoativo.
Como não podia ser diferente, o que é bom, custa caro, a garrafa de 500ml é comercializada por cerca de 170 reais, mas vale a dica principalmente para aqueles que gostam de vinhos fortificados e são desapegados. Esse foi degustado com um bombom da tradicional marca Lindt.
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