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8 de agosto de 2013

Tsantali, Halkidiki 2007

Pra quem vivia tomando vinho argentino era a hora de mudar, e que mudança. Esse vinho tem um nome difícil de pronunciar, quase um trava-língua. Repetido 3 vezes de maneira rápida e sucessiva é quase um teste.

É um vinho de cor vermelho terracota vivo, quase cor de telha. Aroma de frutas vermelhas frescas com maior presença do morango e alguma outra coisa que prontamente me lembrou das latas de figo abertas pela minha mãe quando chegava visita em casa. Na boca foi suave e de taninos maduros e calmos, uma característica da uva Limnio (uma uva autóctone muito antiga e várias vezes mencionadas por Aristóteles em seus escritos).

Foi comprado na curiosidade, pois essa é a minha primeira garrafa grega. Foi uma ótima surpresa, com custo-benefício muito bom. Harmonizado com cordeiro grelhado surpreendeu na comparação direta com um touriga nacional português. Degustado em Campinas com a Heloísa, Aparecida e os amigos Dalton e Lúcia.

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